quinta-feira, 21 de maio de 2026
Crítica – The Boys: Quinta Temporada
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quarta-feira, 6 de maio de 2026
Crítica – Demolidor Renascido: Segunda Temporada
Nova Iorque sitiada
Depois dos eventos da primeira temporada Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) se tornou prefeito de Nova Iorque e usa sua autoridade para beneficiar seus negócios escusos através do porto livre que abriu e também da força tarefa criada para deter vigilantes. Matt (Charlie Cox) e Karen (Deborah Ann Woll) vivem escondidos enquanto tentam obter provas dos crimes de Fisk. Quando o Demolidor tenta impedir a chegada de um navio contendo armas ilegais, Fisk naufraga e o navio e coloca a culpa no Demolidor, iniciando uma caçada contra o herói.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
terça-feira, 5 de maio de 2026
Crítica – Monarch: Legado de Monstros Segunda Temporada
Negócio de família
A segunda temporada começa no ponto em que o primeiro ano parou, com Cate (Anna Sawai, de Xógum) retornando do Axis Mundi junto com a avó, Keiko (Mari Yamamoto), que por anos foi dada como morta, em uma estação da Monarch na Ilha da Caveira, lar do King Kong. Contrariando as ordens da Monarch, Cate e Keiko tentam abrir uma nova fenda para o Axis Mundi para resgatar Shaw (Kurt Russell). Elas conseguem, mas um enorme titã, o Titã X, escapa da fenda e agora cabe a elas encontrar um meio de deter a criatura para evitar um desastre.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Crítica – Invencível: Quarta Temporada
Guerra iminente
Depois de aparentemente matar Conquista, Mark lida com o fato de que talvez matar seus inimigos de fato resolva seus problemas, algo que deixa seus aliados preocupados. Enquanto isso, Nolan e Allen se preparam para a guerra contra os viltrumitas coletando aliados e itens capazes de enfrentá-los.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
sexta-feira, 17 de abril de 2026
Crítica – The Pitt: 2ª Temporada
Feriado caótico
Se passando dez meses depois da primeira temporada, acompanhamos a equipe de emergência do hospital de Pittsburg em um plantão durante o feriado de quatro de julho, dia da independência dos Estados Unidos. O Dr. Robby (Noah Wyle) está em seu último dia no comando da emergência antes de embarcar em uma viagem de três meses de férias. Ao longo do dia ele irá acompanhar a sua substituta, a Dra. Al Hashimi (Sepideh Moafi), em um plantão cheio de casos tensos. O dia também marca o retorno de Langdon (Patrick Ball), afastado para se tratar de seu vício em drogas, enquanto Whitaker (Gerran Howell) está em seu primeiro dia como médico e não mais como residente. Mel (Taylor Dearden) está tensa em ter que depor em um processo contra o hospital e novos estudantes de medicina chegam no hospital.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quarta-feira, 8 de abril de 2026
Crítica – Emergência Radioativa
Cidade irradiada
A narrativa reconta o caso da contaminação radioativa em Goiânia, que começa quando uma dupla de sucateiros encontra a carcaça de uma máquina de raio-x em uma clínica desativada. Eles levam o material para o ferro-velho de Evenildo (Bukassa Kabengele), que compra o material por conta do valor do chumbo. Ele abre o dispositivo e encontra o cabeçote que armazenava o pó radioativo do césio, achando bonito o pó brilhante e levando ele para casa. Dias depois, a família dele começa a passar mal e a esposa de Evenildo leva o cabeçote para um posto da vigilância sanitária suspeitando que o objeto seja responsável. É nesse ponto que o físico nuclear Márcio (Johnny Massaro), que está na cidade para o aniversário do pai, é chamado por um colega da vigilância sanitária e faz a medição da radiação, alertando o secretário de saúde da gravidade da situação. As autoridades são alertadas e o físico Benny Orenstein (Paulo Gorgulho), membro da Comissão Nacional de Energia Nuclear, vem do Rio de Janeiro para liderar a força tarefa responsável para conter a contaminação e tratar os contaminados.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
terça-feira, 7 de abril de 2026
Crítica – O Conto da Aia: Sexta Temporada
Começo do fim
A temporada começa no ponto em que o ano anterior parou, com June (Elizabeth Moss) em um trem rumo ao Alasca, uma das poucas partes dos Estados Unidos que ainda é livre de Gilead. No trem ela descobre que Serena (Yvonne Strahovski) também está indo para o mesmo destino. As ocupantes do trem descobrem quem Serena é e para protegê-la June sugere que ela pule. Enquanto isso, Luke (O.T Fagbenle) e Moira conseguem fugir do Canadá e se juntam à resistência de Gilead. O comandante Lawrence (Bradley Whitford) tenta levar adiante sua iniciativa de abrir as fronteiras e repatriar os refugiados de Gilead, mas enfrenta resistência dos outros comandantes, que o consideram liberal demais.
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quarta-feira, 1 de abril de 2026
Crítica – Paradise: Segunda Temporada
Depois de uma envolvente primeira temporada que terminou em um gancho que me deixou ansioso pelo que viria a
seguir, a segunda temporada de Paradise chegou
para ampliar o universo da série para além do bunker e finalmente nos mostrar o estado do mundo ao redor. No
geral ela é quase tão boa quanto o primeiro ano, embora tenha sua parcela de
problemas. Aviso que o texto contém SPOILERS da temporada.Admirável mundo novo
Depois de fugir do bunker em um avião em busca de sua esposa no final da temporada anterior, reencontramos Xavier (Sterling K. Brown) ferido nos destroços da aeronave. Ele está bem distante de seu destino e é encontrado pela solitária Annie (Shailene Woodley) que passou os últimos anos vivendo em Graceland, antiga mansão de Elvis Presley que se tornou um museu dedicado a ele. Enquanto se recupera, ele conhece a história de Annie e como o mundo externo está.
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sexta-feira, 20 de março de 2026
Crítica – Detetive Alex Cross: Segunda Temporada
Vingança em série
Alex Cross (Aldis Hodge) ganhou ainda mais notoriedade depois dos eventos da temporada anterior quando ajudou a prender um serial killer que vivia nos mais altos escalões do poder. Agora ele é novamente solicitado pelo FBI para ajudar em mais um caso de assassino em série, dessa vez com alvos direcionados para pessoas ao redor do empresário Lance (Matthew Lilard), dono de uma empresa que está para lançar um programa capaz de resolver problemas em plantações no mundo inteiro. De início as autoridades pensam que é uma tentativa de derrubar a iniciativa revolucionária da empresa, mas Alex logo percebe que quem está por trás disso, Luz (Jeanine Mason), na verdade está em busca por vingança em relação aos negócios escusos de Lance, envolvido na exploração da mão de obra de imigrantes em regime análogo à escravidão, tráfico de pessoas e tráfico sexual. Ao mesmo tempo Alex desconfia que Kayla (Alona Tal), seu contato no FBI, parece mais interessada em avançar na carreira do que em alcançar a verdade.
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quinta-feira, 19 de março de 2026
Crítica – Scarpetta: Médica Legista
Corpo de delito
A narrativa começa com Kay Scarpetta (Nicole Kidman) voltando para assumir o posto como médica legista no estado da Virginia depois de anos ausente. Seu primeiro caso envolve um assassinato que tem semelhanças com seu primeiro grande caso vinte anos atrás. Para desvendar o que está acontecendo, a legista recruta ajuda de Pete Marino (Bobby Cannavale), policial aposentado que trabalhou com ela no passado e que hoje é seu cunhado, casado com sua irmã Dorothy (Jamie Lee Curtis). Dorothy e Pete também retornam a Virginia para ajudar Lucy (Ariana DeBose), filha de Dorothy, que recentemente perdeu a esposa, Janet (Janet Montgomery). Eles ficam temporariamente na casa de Kay, o que causa atritos com ela e com Benton (Simon Baker), marido de Kay e agente do FBI. A trama se desenvolve em duas temporalidades, a do presente e a do passado, mostrando o que aconteceu no primeiro grande caso de Kay.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
terça-feira, 17 de março de 2026
Crítica – One Piece: Segunda Temporada
Mestre dos mares
A narrativa começa no ponto em que o ano anterior parou, com Luffy (Iñaki Godoy) e os demais membros do bando dos Chapéus de Palha buscando a entrada da Grand Line, a linha marítima que dá a volta no globo e guarda vários perigos para aqueles que tentam atravessá-la, mesmo os piratas. Ao longo da viagem eles passam por diferentes ilhas, lidando com perigos, encontrando novos aliados, como Vivi (Charithra Chandran), e novos inimigos na forma dos agentes da Baroque Works que caçam Vivi e os Chapéus de Palha.
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Crítica – Fallout: 2ª Temporada
A guerra não muda
Depois dos eventos do primeiro ano, Lucy (Ella Purnell) e Cooper (Walton Goggins) viajam juntos em direção a New Vegas atrás do esconderijo de Hank (Kyle MacLachlan). Enquanto isso, Maximus (Aaron Moten) finalmente se torna o cavaleiro da Irmandade de Ferro que sempre sonhou, mas isso não significa que sua vida tenha necessariamente melhorado, principalmente quando o líder de sua divisão maquina um meio de assumir o controle.
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Crítica – Os Sete Relógios de Agatha Christie
Assassinato no campo
A narrativa parte de uma premissa típica dos livros de Christie. Durante uma festa em uma mansão, uma pessoa é assassinada. Há um número limitado de suspeitos e uma arguta investigadora em Lady Eileen (Mia McKenna-Bruce), amiga do falecido. Ela é auxiliada pelo superintendente Battle (Martin Freeman) e ao longo da investigação se envolvem com uma misteriosa organização secreta e o roubo de uma invenção revolucionária.
Ao longo de três episódios a impressão é que a trama caminha de maneira arrastada. Apesar de ser uma história sobre conspirações, sociedades secretas, invenções sigilosas e muitos segredos em jogo, não há qualquer senso de urgência, de que esses personagens estão correndo contra o tempo ou sob algum senso real de ameaça. Mesmo durante o clímax no trem com alianças mudando e armas sendo brandidas, nunca sentimos que Eileen corre qualquer risco.
Os episódios conduzem a investigação de modo bastante protocolar, mostrando as pistas, as reviravoltas e despistes. A impressão é que os responsáveis pela série acham que basta reproduzir essa natureza de quebra cabeça dos mistérios de Christie para fazer a história funcionar, mas não entendem que há muito mais nesse tipo de narrativa do que apresentar um mistério com pistas a serem desvendadas.
Além da já citada incapacidade de construir intriga ou tensão, algo que os romances de Christie faziam muito bem, a série deixa de lado outro aspecto muito importante da obra da escritora que é a sua prosa e a personalidade que ela dá aos seus personagens. As histórias de Christie normalmente são habitadas por um limitado plantel de suspeitos, cada um com suas idiossincrasias e personalidades excêntricas. Aqui, os personagens são figuras esquecíveis, que existem para mover a narrativa adiante, mas não tem nada de memorável.
Os diálogos espirituosos e mordazes, que constantemente comentavam sobre a sociedade britânica, também não estão presentes nessa adaptação, perdendo muito do charme do texto de Christie. O resultado são diálogos predominantemente expositivos, onde os personagens o tempo todo explicam as pistas e seu raciocínio, mas sem muita coisa que dê personalidade a essas falas. A jovem Mia McKenna-Bruce até tenta fazer de Lady Eileen uma jovem destemida, que não hesita em falar o que pensa, porém é limitada pelo texto insosso.
No fim, Os Sete Relógios de Agatha Christie entrega um mistério inane, sem
qualquer suspense, povoado por personagens desinteressantes e uma trama que
rapidamente mergulha no tédio.
Nota: 4/10
Trailer
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Crítica – Magnum
Super astro
A narrativa é protagonizada por Simon Williams (Yahya Abdul Mateen), um ator que há anos tenta, sem sucesso, vencer em Hollywood. Um dia ele encontra Trevor Slattery (Ben Kingsley) em um cinema e fica sabendo que estão acontecendo testes para um remake de Magnum, um antigo filme de super-herói que ele viu quando era pequeno e que o inspirou a virar ator. Agora ele e Trevor se juntam para tentar conseguir uma escalação no filme. Só há um problema, Simon tem super poderes que ele não consegue controlar e Hollywood não permite pessoas com poderes em sets de filmagem, então ele precisa manter seus poderes sob controle e ocultos para conseguir o papel.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Crítica – Palm Royale: 2ª Temporada
Depois de uma divertida primeira temporada, Palm Royale entra em sua segunda temporada investindo ainda mais em seus excessos folhetinescos. Ainda que seja sustentado pelo ótimo elenco, esse segundo ano acaba sendo um pouco inferior que o primeiro.
Fundos de família
A narrativa se passa meses depois do fim da primeira temporada. Maxine (Kristen Wiig) foi colocada em um manicômio e Linda (Laura Dern) fugiu do país depois de ser considerada a responsável pelo tiroteio que aconteceu no Palm Royale. Já recuperada, Norma (Carol Burnett) incentiva Douglas (Josh Lucas) a casar com Mitzi (Kaia Garber) que está grávida dele para que finalmente possam desbloquear o fundo fiduciário para um herdeiro da família Dellacorte assim que o bebê nascer. Como os Dellacorte morreram cedo e sem filhos, nas últimas décadas, com Norma e Douglas sendo os últimos remanescentes, essa pode ser a única esperança de acessar o dinheiro. O problema é que no final da temporada descobrimos que Norma não é quem diz ser, tendo assumido o lugar da verdadeira Norma quando estudou com ela em um colégio interno na juventude e Maxine busca meios de revelar a fraude de Norma.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Crítica – Stranger Things: 5ª Temporada
Hawkins sitiada
A narrativa retorna um ano e meio depois dos eventos da quarta temporada. Com a abertura das fendas, Hawkins foi ocupada por militares que fecharam a cidade e controlam todo o fluxo de entrada e saída. Para a população foi só um evento geológico, mas Mike (Finn Wolfhard), Onze (Millie Bobby Brown) e os demais sabem que é Vecna (Jamie Campbell Bower) que está por trás de tudo. Os militares controlam principalmente uma área com uma grande fenda para o mundo invertido, com a implacável doutora Kay (Linda Hamilton) tendo assumido a pesquisa de Brenner (Matthew Modine). Kay não só tem pesquisado o mundo invertido como também está atrás de Onze, acreditando que a garota ainda está em Hawkins. Assim, o grupo precisa tanto deter Vecna quando se manter longe dos olhos dos militares.
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sábado, 27 de dezembro de 2025
Crítica – Pluribus
Júbilo coletivo
Na série, cientistas encontram uma mensagem vinda do espaço. A mensagem traz uma sequência de DNA. Eles sintetizam essa sequência e começam a experimentar em ratos, mas logo um pesquisador é mordido e sua primeira ação é infectar o maior número de pessoas possível. Descobrimos que todos os “infectados” se unem em uma espécie de mente coletiva que vive em plena harmonia, mas alguns humanos se mostram imunes ao processo. Carol Surka (Rhea Seehorn) é uma entre cerca de uma dúzia de pessoas ao redor do mundo que é imune à infecção da mente coletiva. O coletivo não parece inicialmente hostil, disposto a ajudar Carol e conversar com ela, mas a escritora desconfia deles, principalmente porque no processo de “união” sua companheira, Helen (Miriam Shor), morre.
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
Crítica – It: Bem-Vindos a Derry
Cidade do Medo
A narrativa se passa na Derry da década de 60. O major Leroy Hanlon (Jovan Adepo) chega na cidade para uma missão secreta na base militar do local. Lá ele conhece Dick Halloran (Chris Chalk), um aviador com dons sobrenaturais que aparentemente está ajudando os militares a encontrar algo nos subterrâneos da cidade. Ao mesmo tempo um grupo de crianças liderados por Lilly (Clara Stack) tenta investigar a morte de um garoto local, mas esbarram em Pennywise (Bill Skarsgard) como o responsável pelo desaparecimento de crianças na cidade. Will (Blake Cameron James), filho de Leroy eventualmente se juntando ao grupo, conectando os dois núcleos.
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segunda-feira, 27 de outubro de 2025
Crítica – Twisted Metal: Segunda Temporada
Metal pesado
Depois dos eventos do primeiro ano, John (Anthony Mackie) continua a viver em uma cidade murada enquanto é treinado pela nova Raven (Patty Guggenheim, de Mulher Hulk) para disputar o torneio Twisted Metal. O protagonista, no entanto, não se adequa à vida na cidade nem com a ideia de ser um lacaio de Raven. Ele acaba deixando a cidade na busca por Quiet (Stephanie Beatriz) e descobre que ela está trabalhando com as Dolls, um grupo de saqueadoras que visa acabar com as muralhas. Para tal, planejam competir no Twisted Metal, cujo prêmio é dar ao vencedor o que mais deseja. John decide se juntar a elas, mas o caminho até o torneio não será fácil.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
sexta-feira, 24 de outubro de 2025
Crítica – Gen V: Segunda Temporada
Dando sangue
O segundo ano começa algum tempo depois da primeira temporada em que Marie (Jaz Sinclair) e os demais “Guardiões da Godolkin” foram aprisionados e considerados culpados pela tragédia que, na verdade, ajudaram a evitar. Marie conseguiu escapar e tenta reencontrar a irmã da qual foi separada desde a infância. As coisas mudam quando ela encontra Annie (Erin Moriarty), a Luz-Estrela, que se tornou a principal força de oposição ao Capitão Pátria (Antony Starr). Annie pede que Marie retorne à universidade Godolkin para investigar o misterioso Projeto Odessa, que aparentemente daria uma arma contra o Capitão Pátria. A contragosto Marie retorna e descobre que seus colegas também foram levados de volta e todos tem a imagem reabilitada pelo novo reitor Cipher (Hamish Linklater), que tem um interesse especial em Marie e em desenvolver seus poderes.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.









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