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terça-feira, 2 de junho de 2026

Crítica – Jack Ryan: Guerra Fantasma

 

Análise Crítica – Jack Ryan: Guerra Fantasma

Review – Jack Ryan: Guerra Fantasma
Com o fim da série Jack Ryan, achei que não veríamos mais John Krasinski como o analista de inteligência criado por Tom Clancy. O longa Jack Ryan: Guerra Fantasma, porém, continua a partir dos eventos da série, funcionando como um epílogo para a história.

Fantasmas da guerra

A trama segue os eventos da temporada final da série, com Jack Ryan (John Krasinski) agora trabalhando no setor privado. Ele está prestes a embarcar em uma viagem para Dubai quando é abordado por Greer (Wendell Pierce) que lhe pede ajuda para coletar material de uma fonte em Dubai. Jack aceita, recebendo apoio de Mike (Michael Kelly) para completar a tarefa. Na coleta, a fonte de Greer é assassinada e Jack é tido como suspeito do crime, precisando confiar na agente britânica Marlow (Sienna Miller) para escapar. Ele logo descobre que a missão está ligada ao passado de Greer, que liderou um grupo secreto de operações junto com o governo britânico no pós 11 de setembro e agora um agente britânico renegado está tentando reativar esses grupos com métodos radicais.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Crítica – Mortal Kombat II

 

Análise Crítica – Mortal Kombat II

Review – Mortal Kombat II
Depois que Mortal Kombat (2021) decepcionou com uma trama que mais parecia um longo trailer do que um filme em si, esse Mortal Kombat II chega para tentar entregar aquilo que se esperava do primeiro. Em geral é melhor sucedido que o anterior, ainda que repita alguns de seus erros.

Torneio sangrento

Na trama, Raiden (Tadanobu Asano) precisa reunir os campeões da Terra para lutar no Mortal Kombat. O último dos escolhidos é Johnny Cage (Karl Urban), um astro de ação que já passou do auge e agora vive das glórias do passado. Cage reluta, mas acompanha Raiden e os demais no combate contra os guerreiros liderados por Shao Khan (Martyn Ford). O que eles não sabem, é que Khan planeja usar o Amuleto de Shinnok para se tornar imortal e garantir a vitória no torneio.

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Crítica – The Boys: Quinta Temporada

 

Análise Crítica – The Boys: Quinta Temporada

Review – The Boys: Quinta Temporada
Quando escrevi sobre a quarta temporada de The Boys mencionei preocupação no modo como a série dobrava a aposta em aludir de maneira muito direta ou óbvia elementos do cotidiano político dos Estados Unidos. Era uma escolha que parecia vir da frustração do showrunner Eric Kripke com o fato de que muita gente via o Capitão Pátria (Antony Starr) como herói, trabalhando para deixar óbvio que todo esse reacionarismo político era a piada, o alvo da sátira da série. É uma escolha com muito potencial de dar errado. Primeiro porque essas pessoas ainda assim não entenderiam que são eles os ridículos (vide o resultado do segundo filme do Coringa, que também tenta mastigar demais sua mensagem). Segundo porque, como comentei no texto da quarta temporada, independente do resultado da eleição de 2024, essa proximidade do mundo real só prejudicaria a sátira que a série tenta fazer sobre totalitarismo corporativo. Se Trump perdesse, a quinta temporada já nasceria irrelevante, se Trump ganhasse a alusão direta seria tão próxima que a série não funcionaria como sátira e é exatamente isso que acontece nesse último ano.

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Crítica – Justiceiro: Uma Última Morte

 

Análise Crítica – Justiceiro: Uma Última Morte

Review – Justiceiro: Uma Última Morte
Considerando seu lançamento logo depois da segunda temporada de Demolidor: Renascido e que Frank Castle vai estar no próximo filme do Homem-Aranha imaginei que o especial Justiceiro: Uma Última Morte fosse servir de ponte entre esses vários projetos do universo Marvel. O que ele é, na verdade, é uma espécie de reintrodução do personagem que conecta a série do Justiceiro na Netflix com a atual cronologia do MCU.

Missão cumprida

A narrativa parece se passar depois dos eventos de Demolidor: Renascido. Ao invés de auxiliar Matt Murdock a derrubar o Rei do Crime, Frank Castle (Jon Bernthal) voltou seu foco a matar os responsáveis pelo assassinato da sua família. Ele acabou de eliminar todos os membros da família Gnucci, o último grupo mafioso que restava entre seus alvos. Perdido, agora que sua vingança está completa, Frank é obrigado a lutar novamente quando se torna alvo da Ma Gnucci (Judith Light), a matriarca e última remanescente da família. Ela colocou uma recompensa em Frank e deu a localização dele a todos os criminosos da cidade, obrigando Frank a se defender para sobreviver e proteger os moradores do prédio que usou como esconderijo.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Crítica – Demolidor Renascido: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – Demolidor Renascido: Segunda Temporada

Review – Demolidor Renascido: Segunda Temporada
A volta de Matt Murdock em Demolidor Renascido teve seus altos e baixos. Ainda que Charlie Cox e Vincent D’Onofrio continuem excelentes como Matt e Wilson Fisk, a narrativa sofria ao replicar tramas e ideias que já tinham sido trabalhadas na série da Netflix. Essa segunda temporada tinha o potencial de levar tudo a outras direções por conta da maneira como tudo terminou e em geral é competente nisso.

Nova Iorque sitiada

Depois dos eventos da primeira temporada Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) se tornou prefeito de Nova Iorque e usa sua autoridade para beneficiar seus negócios escusos através do porto livre que abriu e também da força tarefa criada para deter vigilantes. Matt (Charlie Cox) e Karen (Deborah Ann Woll) vivem escondidos enquanto tentam obter provas dos crimes de Fisk. Quando o Demolidor tenta impedir a chegada de um navio contendo armas ilegais, Fisk naufraga e o navio e coloca a culpa no Demolidor, iniciando uma caçada contra o herói.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Crítica – Invencível: Quarta Temporada

 

Análise Crítica – Invencível: Quarta Temporada

Review – Invencível: Quarta Temporada
Depois de uma excelente terceira temporada, Invencível volta para seu quarto ano com a promessa de um conflito ainda mais intenso conforme a guerra contra os viltrumitas chega ao seu ápice. É mais um ano em que a série consegue equilibrar bem ação sangrenta e o drama de seus personagens.

Guerra iminente

Depois de aparentemente matar Conquista, Mark lida com o fato de que talvez matar seus inimigos de fato resolva seus problemas, algo que deixa seus aliados preocupados. Enquanto isso, Nolan e Allen se preparam para a guerra contra os viltrumitas coletando aliados e itens capazes de enfrentá-los.

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Crítica – Lindas e Letais

Análise Crítica – Lindas e Letais

A ideia de fazer um filme de ação em que balé é usado como estilo de luta me lembrou “tão ruim que é bom” Gymkata (1985), que fazia o mesmo, só que com ginástica olímpica. Esse Lindas e Letais, por sua vez consegue ser melhor produzido e ter cenas de ação melhores que o filme de 85 ao mesmo tempo em que exibe plena consciência da natureza exagerada de sua premissa.

Dança mortal

A narrativa acompanha um grupo de dançarinas que está na Hungria para uma competição de dança. Quando o ônibus delas quebra na estrada, tentam se abrigar em uma pousada, mas acabam ficando reféns da máfia húngara. Agora o grupo formado por Bones (Maddie Ziegler), Princess (Lana Condor), Grace (Avantika, de Meninas Malvadas), Zoe (Iris Apatow) e Chloe (Millicent Simmonds, de Um Lugar Silencioso) precisa lutar para fugir do local enquanto uma disputa entre criminosos acontece na pousada.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Crítica – Eles Vão Te Matar

 

Análise Crítica – Eles Vão Te Matar

Review – Eles Vão Te Matar
Fui assistir Eles Vão Te Matar sem ter visto nenhum trailer e sabendo muito pouco sobre o filme, apenas com a noção de que a personagem estava confinada em um prédio e precisava escapar. Felizmente o resultado é uma mistura divertida de suspense, ação e toques de comédia, ainda se acomode em emular o estilo de certos diretores.

Disputa de classes

A trama é protagonizada por Asia (Zazie Beetz), que aceita um emprego como empregada em um prédio chique no centro de Nova Iorque. Ela pegou o trabalho por estar em busca da irmã, Maria (Myha’la, de Deu Match e O Mundo Depois de Nós), de quem não tem notícias há dez anos. Chegando lá Asia descobre que os ricos que moram no lugar fazem parte de um culto satânico, querem usá-la como sacrifício e agora ela precisa lutar para sobreviver.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Crítica – O Refúgio

 

Análise Crítica – O Refúgio

Review – O Refúgio
Filmes de piratas fizeram muito sucesso na Hollywood dos anos 1930 e 1940, alçando ao estrelato nomes como Errol Flynn. Assim como aconteceu nos westerns, no entanto, esses filmes meio que saíram de moda com o tempo e era raro a indústria voltar a eles, com algumas tentativas como A Ilha da Garganta Cortada (1995) resultando em fracassos retumbantes. A coisa mudou quando a Disney lançou Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (2003) com enorme sucesso e iniciando uma franquia que se estendeu por cinco filmes (embora o quarto e o quinto sejam muito ruins) e outras produções.

Era de se imaginar que a aventura do capitão Jack Sparrow faria por essas histórias de swashbuckling o que Gladiador (2000) e O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001) fizeram pelos épicos ou que Moulin Rouge (2001) e Chicago (2002) fizeram pelos musicais, reinvigorando o gênero e iniciando um novo ciclo de produção dessas narrativas. Não foi o que aconteceu, ao menos nos cinemas, já que na televisão tivemos algumas séries com piratas. Algumas tentativas de aventuras marítimas como Mestre dos Mares (2003) ou No Coração do Mar (2015) eram mais interessados em algo mais histórico do que o tom aventuresco das aventuras de piratas. Faço todo esse preâmbulo porque meu tempo assistindo este O Refúgio, produção da Prime Video, me fez pensar como a indústria hollywoodiana realmente passou batido por uma possível onda de filmes de piratas e essa aventura estrelada por Priyanka Chopra e Karl Urban se situa exatamente nesse gênero.

quarta-feira, 11 de março de 2026

Crítica – Máquina de Guerra (2026)

 

Análise Crítica – Máquina de Guerra (2026)

Review – Máquina de Guerra (2026)
Um grupo de soldados de elite em missão na floresta encontra uma criatura alienígena com armas avançadas que começa a caçá-los. Essa é a premissa de O Predador (1987) que é emulada diretamente por este Máquina de Guerra (não confundir com o filme de mesmo nome protagonizado por Brad Pitt e também lançado pela Netflix), que não faz nada interessante com o conceito além de repetir de maneira burocrática elementos já conhecidos.

Conflito mecânico

A narrativa acompanha o soldado 81 (Alan Ritchson, de Reacher) que tenta entrar para os rangers, a divisão de elite do exército dos Estados Unidos. Anos atrás ele prometeu ao irmão que os dois fariam a seleção para os rangers, mas o irmão é morto em combate junto com o resto da unidade, deixando o protagonista como o único sobrevivente. Agora, ele tenta entrar para a divisão de elite como meio de cumprir a promessa ao irmão. O protagonista chega à etapa final da seleção, uma missão simulada em meio a montanhas remotas. Durante a missão, no entanto, ele e os companheiros encontram uma enorme criatura metálica que caiu dos céus em um meteoro e começa a caçá-los.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Crítica – Você Só Precisa Matar

 Análise Crítica – Você Só Precisa Matar

Review – Você Só Precisa Matar
A série de livros All You Need is Kill de Hiroshi Sakurazaka já tinha sido adaptada em mangá e levada para os cinemas via Hollywood com No Limite do Amanhã (2014). Agora retorna aos cinemas em forma de longa animado com este Você Só Precisa Matar.

Viva, Morra, Repita

A narrativa acompanha Rita, uma jovem solitária que faz parte de uma força-tarefa dedicada a estudar o Darol, um enorme alienígena em formato de planta que caiu na Terra um ano atrás. Um dia, o ser emite um enorme pulso eletromagnético e libera várias criaturas no planeta. Rita é morta por um deles, mas estranhamente acorda no mesmo dia, como se nada tivesse acontecido. Ela tenta avisar os companheiros da catástrofe iminente, mas ninguém acredita nela. Rita então tenta resolver as coisas sozinha, aprendendo a cada morte como se fosse um videogame.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Crítica – Dupla Perigosa

 

Análise Crítica – Dupla Perigosa

Review – Dupla Perigosa
Todo o material de divulgação de Dupla Perigosa dava a impressão de um filme de ação bem qualquer coisa, daqueles que serviços de streaming jogam no catálogo todo final de semana só pra dizer que tem coisa nova para assistir. Resolvi conferir por pura preguiça de procurar alguma coisa e acabei me surpreendendo positivamente. Não reinventa a roda, nem qualquer inovação, a trama é relativamente previsível, mas é carismático e bem executado o bastante pra divertir.

Irmãos em armas

A narrativa acompanha James (Dave Bautista) e Jonny (Jason Momoa), dois irmãos que estão há anos sem se falar e não tem uma boa relação. Quando o pai deles, que era investigador particular, morre em um suposto atropelamento, Jonny vai até o Havaí para o enterro. Lá ele desconfia que há algo mais na morte do pai e convence James a investigar a questão junto com ele. Logo eles esbarram em uma grande conspiração criminosa.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Crítica – Fallout: 2ª Temporada

 

Análise Crítica – Fallout: 2ª Temporada

Review – Fallout: 2ª Temporada
Depois de um ano de estreia bacana, Fallout retorna para sua segunda temporada com uma trama que soa mais como uma grande preparação para um conflito vindouro do que algo pensado como uma unidade autônoma. Por outro lado, a série continua entregando uma adaptação competente, que aproveita bem o universo dos games.

A guerra não muda

Depois dos eventos do primeiro ano, Lucy (Ella Purnell) e Cooper (Walton Goggins) viajam juntos em direção a New Vegas atrás do esconderijo de Hank (Kyle MacLachlan). Enquanto isso, Maximus (Aaron Moten) finalmente se torna o cavaleiro da Irmandade de Ferro que sempre sonhou, mas isso não significa que sua vida tenha necessariamente melhorado, principalmente quando o líder de sua divisão maquina um meio de assumir o controle.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Drops – Boca de Fumo

 

Crítica – Boca de Fumo

Review – Boca de Fumo
Estrelado por Dave Bautista, fui assistir Boca de Fumo esperando ao menos um filme B de ação divertido, mas nem isso ele consegue entregar. É uma trama que poderia render algo interessante se não se acomodasse no mais rasteiro do cinema de ação e nem isso conseguisse fazer direito.

Crime em família

O agente Ray (Dave Bautista) e seu parceiro Washburn (Bobby Cannavale) trabalham para a DEA em El Paso e investigam um perigoso cartel operando na cidade. As coisas se complicam quando o cartel passa a ser alvo de roubos e a dupla tenta investigar quem os está atacando. O que Ray não sabe é que a gangue é liderada por seu filho, Cody (Jack Champion, o Spider de Avatar). Cody e outros colegas de escola, também filhos de agentes do DEA passaram a usar o equipamento dos pais para roubar o cartel depois que o pai de outro colega foi morto durante a operação. Vendo que o DEA não daria apoio financeiro à família do falecido, Cody e os amigos decidiram roubar o cartel para dar a família deles meios para sobreviverem.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Crítica – Predador: Terras Selvagens

 

Análise Crítica – Predador: Terras Selvagens

Review – Predador: Terras Selvagens
Em Predador: A Caçada (2022) e Predador: Assassino de Assassinos (2025) o diretor Dan Trachtenberg parece ter encontrado a fórmula para fazer os filmes do Predador funcionarem: situar a trama em um período histórico específico e colocar os yautja para enfrentar guerreiros de diferentes épocas. Agora com Predador: Terras Selvagens o diretor tenta sacudir essa fórmula.

Caçada selvagem

A narrativa é protagonizada por Dek (Dimitrius Schuster-Koloamatangi), um jovem yautja que é considerado fraco pelo seu clã por ser menor que o padrão da raça. Seu irmão, Kwei (Mike Homik) tenta treiná-lo para que prove seu valor, mas o pai deles vê o esforço de Kwei em proteger o irmão como fraqueza e tenta matar os dois. Dek sobrevive e para provar a força ao pai e conquistar seu dispositivo de camuflagem viaja até um remoto e perigoso planeta para caçar uma criatura que dezenas de outros predadores tentaram e falharam. Chegando lá ele encontra a sintética Thia (Elle Fanning), uma androide a serviço a corporação Weyland-Yutani (sim, a mesma de Alien) que está ali em uma missão para capturar a mesma criatura. Dek decide ajudar Thia a consertar suas pernas em troca do conhecimento dela a respeito da fauna e flora hostis do lugar. Agora os dois precisam enfrentar tanto as criaturas do planeta, quanto as tropas da Weyland, que veem o yautja como uma ameaça aos planos e Thia como um fracasso a ser descartado.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Crítica – O Sobrevivente

 

Análise Crítica – O Sobrevivente

Review – O Sobrevivente
Lançado em 1987, O Sobrevivente adaptava o romance O Concorrente de Stephen King em uma típica farofa oitentista de ação protagonizada por Arnold Schwarzenegger, cheio de canastrice e frases de efeito. Agora o diretor Edgar Wright (de Em Ritmo de Fuga e Noite Passada em Soho) tenta fazer uma adaptação mais próxima à distopia criada por King e a crítica social que o autor tentava fazer.

Jogos vorazes

A narrativa se passa em um futuro no qual há um abismo social ainda maior no qual os ricos vivem em bairros fechados, cheios de segurança, enquanto os mais pobres são abandonados à própria sorte em periferias sujas. Ben (Glen Powell, de Twisters e Todos Menos Você) acaba de perder o emprego e a filha está doente. Sem ter como pagar o tratamento ele tenta se candidatar a uma das várias competições televisivas que permitem aos mais pobres ganhar algum dinheiro às custas de humilhação ou perigo. A raiva dele contra o sistema o faz ser selecionado para a principal e mais mortal das competições. Chamada de “o sobrevivente” é um reality show no qual os participantes precisam sobreviver por trinta dias sendo caçados pelas autoridades e vigiados pela população para ganhar um prêmio milionário.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Crítica – Avatar: Fogo e Cinzas

 

Crítica – Avatar: Fogo e Cinzas

Review – Avatar: Fogo e Cinzas
Depois do bacana Avatar: O Caminho da Água (2022), este Avatar: Fogo e Cinzas dá a impressão de que o diretor James Cameron está se repetindo. Originalmente esses dois filmes seriam uma história só, mas Cameron preferiu dividir em dois e é visível que tudo foi pensado junto, já que esse filme traz os mesmos temas, conflitos e até situações do anterior.

Fogo selvagem

Depois dos eventos do segundo filme, Jake (Sam Worthington), Neytiri (Zoe Saldana) e o resto da sua família lidam com a perda do filho. As coisas se complicam quando o suprimento de oxigênio de Spider (Jack Champion) começam a dar problemas e Jake pensa que talvez seja melhor que o humano vá morar no esconderijo dos demais humanos que se aliaram aos Na’vi. Na viagem eles são atacados por saqueadores da tribo do fogo liderados por Varang (Oona Chaplin) e Spider fica sem oxigênio. Para que ele não morra, Kiri (Sigourney Weaver) usa sua conexão com Eywa para ajudá-lo e fungos da floresta se entranham no corpo dele, permitindo que ele respire o ar de Pandora. Isso torna Spider dos humanos no planeta, já que a autonomia das máscaras de oxigênio facilitaria a colonização. Para capturar o garoto, Quaritch (Stephen Lang) forma uma aliança com Varang e ambos se unem para encontrar o esconderijo de Jake.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Drops – Plano em Família 2

 

Análise Crítica – Plano em Família 2

REVIEW – Plano em Família 2
Certas decisões são impossíveis de determinar de antemão que são péssimas escolhas. Em outras, porém, sabemos na hora que fizemos uma péssima opção. Dar play em Plano em Família 2 foi uma dessas escolhas. Eu já não tinha achado o primeiro Plano em Família grande coisa e não tinha como esperar algo muito melhor desse, mas ainda assim resolvi assistir. Talvez eu seja masoquista.

Família internacional

Depois dos eventos do filme anterior, a família liderada por Dan (Mark Wahlberg) e Jessica (Michelle Monaghan) viajam para Londres para passarem o Natal com a filha mais velha, Nina (Zoe Coletti), que foi morar lá para estudar. Lá Dan se vê enredado em uma trama de roubo arquitetada por Finn (Kit Harington), um antigo conhecido da época em que Dan trabalhava com o pai, o vilão do primeiro filme. Com a família novamente alvo de criminosos internacionais, Dan precisa encontrar um meio de deter Finn.

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Crítica – Um Dia Fora de Controle

 

Análise Crítica – Um Dia Fora de Controle

Review – Um Dia Fora de Controle
Se não me engano foi o crítico Roger Ebert quem disse que um filme bom nunca é longo o bastante e um filme ruim nunca é curto o suficiente. A segunda proposição se aplica perfeitamente a este Um Dia Fora de Controle, que apesar de enxutos noventa minutos parece durar uma eternidade de tão ruim.

Amizade perigosa

A trama é protagonizada por Brian (Kevin James), um contador que fica desempregado e agora se vê casa cuidando do enteado, Lucas (Benjamin Pajak), com quem tem pouca conexão. Um dia Brian resolve levar Lucas ao parque e conhece Jeff (Alan Ritchson) e o filho CJ (Banks Pierce), como eles são os únicos pais em um ambiente cheio de mães, os dois tentam se aproximar, mas logo Brian descobre que há algo errado com Jeff e o filho, pois ambos estão sendo perseguidos por pessoas perigosas. Arrastado para a crise, Brian e o enteado precisam encontrar um meio de sobreviver.

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Crítica – Twisted Metal: Segunda Temporada

Análise Crítica – Twisted Metal: Segunda Temporada

Review – Twisted Metal: Segunda Temporada
A primeira temporada de Twisted Metal foi uma grata surpresa ao entregar uma aventura sangrenta e cômica em um mundo pós-apocalíptico no qual as pessoas cotidianamente recorrem à barbárie para sobreviver. A segunda temporada amplia a mitologia dos games ao finalmente colocar os personagens para disputar o brutal torneio de combate veicular que dá nome ao título.

Metal pesado

Depois dos eventos do primeiro ano, John (Anthony Mackie) continua a viver em uma cidade murada enquanto é treinado pela nova Raven (Patty Guggenheim, de Mulher Hulk) para disputar o torneio Twisted Metal. O protagonista, no entanto, não se adequa à vida na cidade nem com a ideia de ser um lacaio de Raven. Ele acaba deixando a cidade na busca por Quiet (Stephanie Beatriz) e descobre que ela está trabalhando com as Dolls, um grupo de saqueadoras que visa acabar com as muralhas. Para tal, planejam competir no Twisted Metal, cujo prêmio é dar ao vencedor o que mais deseja. John decide se juntar a elas, mas o caminho até o torneio não será fácil.