terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Crítica – O Morro dos Ventos Uivantes
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Crítica – Dupla Perigosa
Irmãos em armas
A narrativa acompanha James (Dave Bautista) e Jonny (Jason Momoa), dois irmãos que estão há anos sem se falar e não tem uma boa relação. Quando o pai deles, que era investigador particular, morre em um suposto atropelamento, Jonny vai até o Havaí para o enterro. Lá ele desconfia que há algo mais na morte do pai e convence James a investigar a questão junto com ele. Logo eles esbarram em uma grande conspiração criminosa.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Crítica – Anaconda
A cobra vai fumar
A narrativa acompanha os amigos Doug (Jack Black), Griff (Paul Rudd), Claire (Thandiwe Newton) e Kenny (Steve Zahn). Quando jovens eles sonhavam em fazer cinema, mas abandonaram esse sonho. Apenas Griff segue tentando ser ator, mas sem muito sucesso. Um dia Griff procura os amigos dizendo que conseguiu os direitos de Anaconda e juntos eles decidem vir para o Brasil produzir uma nova versão. Aqui eles contratam Santiago (Selton Mello) tratador de animais que tem uma anaconda. Eles partem em uma viagem pelo rio Amazonas no barco de Ana (Daniela Melchior, a Caça-Ratos de O Esquadrão Suicida) e começam a filmar, mas as coisas se complicam quando a cobra de Santiago é acidentalmente morta durante as filmagens e o grupo decide entrar na floresta em busca de uma nova cobra.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Crítica – Fallout: 2ª Temporada
A guerra não muda
Depois dos eventos do primeiro ano, Lucy (Ella Purnell) e Cooper (Walton Goggins) viajam juntos em direção a New Vegas atrás do esconderijo de Hank (Kyle MacLachlan). Enquanto isso, Maximus (Aaron Moten) finalmente se torna o cavaleiro da Irmandade de Ferro que sempre sonhou, mas isso não significa que sua vida tenha necessariamente melhorado, principalmente quando o líder de sua divisão maquina um meio de assumir o controle.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Crítica – Os Sete Relógios de Agatha Christie
Assassinato no campo
A narrativa parte de uma premissa típica dos livros de Christie. Durante uma festa em uma mansão, uma pessoa é assassinada. Há um número limitado de suspeitos e uma arguta investigadora em Lady Eileen (Mia McKenna-Bruce), amiga do falecido. Ela é auxiliada pelo superintendente Battle (Martin Freeman) e ao longo da investigação se envolvem com uma misteriosa organização secreta e o roubo de uma invenção revolucionária.
Ao longo de três episódios a impressão é que a trama caminha de maneira arrastada. Apesar de ser uma história sobre conspirações, sociedades secretas, invenções sigilosas e muitos segredos em jogo, não há qualquer senso de urgência, de que esses personagens estão correndo contra o tempo ou sob algum senso real de ameaça. Mesmo durante o clímax no trem com alianças mudando e armas sendo brandidas, nunca sentimos que Eileen corre qualquer risco.
Os episódios conduzem a investigação de modo bastante protocolar, mostrando as pistas, as reviravoltas e despistes. A impressão é que os responsáveis pela série acham que basta reproduzir essa natureza de quebra cabeça dos mistérios de Christie para fazer a história funcionar, mas não entendem que há muito mais nesse tipo de narrativa do que apresentar um mistério com pistas a serem desvendadas.
Além da já citada incapacidade de construir intriga ou tensão, algo que os romances de Christie faziam muito bem, a série deixa de lado outro aspecto muito importante da obra da escritora que é a sua prosa e a personalidade que ela dá aos seus personagens. As histórias de Christie normalmente são habitadas por um limitado plantel de suspeitos, cada um com suas idiossincrasias e personalidades excêntricas. Aqui, os personagens são figuras esquecíveis, que existem para mover a narrativa adiante, mas não tem nada de memorável.
Os diálogos espirituosos e mordazes, que constantemente comentavam sobre a sociedade britânica, também não estão presentes nessa adaptação, perdendo muito do charme do texto de Christie. O resultado são diálogos predominantemente expositivos, onde os personagens o tempo todo explicam as pistas e seu raciocínio, mas sem muita coisa que dê personalidade a essas falas. A jovem Mia McKenna-Bruce até tenta fazer de Lady Eileen uma jovem destemida, que não hesita em falar o que pensa, porém é limitada pelo texto insosso.
No fim, Os Sete Relógios de Agatha Christie entrega um mistério inane, sem
qualquer suspense, povoado por personagens desinteressantes e uma trama que
rapidamente mergulha no tédio.
Nota: 4/10
Trailer
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Crítica – O Som da Morte
Morte à espreita
A trama é protagonizada por Chrys (Dafne Keen), que se muda para uma nova cidade e uma nova escola depois de uma tragédia pessoal. No primeiro dia de aula, ela descobre um estranho apito maia em seu armário, que aparentemente pertencia ao aluno que usava o armário antes dela e morreu sob circunstâncias misteriosas. Obviamente a garota resolve pegar o estranho artefato que sussurra coisas sombrias para ela e mostra para seu novo grupo de amigos. Quando um deles assopra o apito, porque claro que adolescentes vão achar uma boa ideia usar um artefato ancestral com um entalhe que diz que ele invoca a morte, descobrem que atraíram suas mortes futuras para o presente e que elas estão os perseguindo. Agora eles precisam encontrar um jeito de eliminar a maldição.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Crítica – Magnum
Super astro
A narrativa é protagonizada por Simon Williams (Yahya Abdul Mateen), um ator que há anos tenta, sem sucesso, vencer em Hollywood. Um dia ele encontra Trevor Slattery (Ben Kingsley) em um cinema e fica sabendo que estão acontecendo testes para um remake de Magnum, um antigo filme de super-herói que ele viu quando era pequeno e que o inspirou a virar ator. Agora ele e Trevor se juntam para tentar conseguir uma escalação no filme. Só há um problema, Simon tem super poderes que ele não consegue controlar e Hollywood não permite pessoas com poderes em sets de filmagem, então ele precisa manter seus poderes sob controle e ocultos para conseguir o papel.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Crítica – Destruição Final 2
Destruição vazia
Cinco anos depois dos eventos do primeiro filme, a paisagem da Terra mudou radicalmente depois da queda do cometa. O clima mudou em muitos lugares, impossibilitando a vida, a radiação aumentou em vários territórios e chuvas de meteoros ainda atingem o planeta. John (Gerard Butler) vive com sua família, a esposa Allison (Morena Baccarin) e o filho Nathan (Roman Griffin Davis, de Jojo Rabbit), no bunker no qual se abrigaram no fim do filme anterior, mas quando uma catástrofe atinge o local são obrigados a fugir para a Europa. Lá eles decidem ir até a cratera onde o principal cometa caiu cinco anos atrás, já que sondagens indicam que o local se tornou um vale habitável.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Crítica – A Única Saída
Vida de trabalho
A trama é protagonizada por Man-su (Lee Byung-hun), um engenheiro que trabalhou por décadas em uma fábrica de papel. Sua vida parece perfeita até que sua empresa anuncia uma fusão com uma companhia dos Estados Unidos. A primeira decisão dos novos donos é uma onda de demissões e Man-su é um dos demitidos. Tendo trabalhado por praticamente toda vida com papel, ele não sabe fazer outra coisa e não vê futuro. Ele tenta um cargo inferior ao seu em uma companhia menor, no qual trabalharia como subalterno de um ex-funcionário, mas sua entrevista é um desastre. Ele então encontra uma maneira de ficar com a vaga, matando seus competidores. Para isso publica um falso anúncio nos classificados, se passando por uma nova empresa de papel, para receber currículos de potenciais rivais e então obter suas informações.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Piores filmes de 2025
Em 2025 eu acabei vendo menos
filmes do que em anos anteriores por ter sido um ano mais corrido
profissionalmente. Por conta disso fui mais seletivo no que assisti, o que não
significa que eu não tenha encarado (voluntariamente ou ignorantemente) algumas
produções verdadeiramente horrendas. Alguns filmes dessa lista me surpreenderam
com o tanto que são ruins. Como fiz em outros anos e como faço na lista de melhores do ano, minha lista leva em
consideração filmes que foram lançados comercialmente no Brasil (em cinema ou
streaming) ao longo de 2025. Vamos aos piores do ano.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.


















