Mostrando postagens com marcador Aventura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aventura. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Crítica – O Bosque Selvagem

 

Análise Crítica – O Bosque Selvagem

Especializado em animações stop motion como Coraline e o Mundo Secreto (2009), o estúdio Laika tem em O Bosque Selvagem seu projeto mais ambicioso. É um épico de fantasia, com mais de duas horas de duração, minutagem incomum para um longa em stop motion, cujas produções normalmente ficam entre oitenta e noventa minutos justamente por conta do quão trabalhoso é o processo. São ambições altas e o produto final mais do que corresponde a elas.

Reino escondido

A trama é centrada na garota Prue, cujos pais a deixam responsável por cuidar do irmão menor, o bebê Mac, em um dia em que estão ocupados. Os pais de Prue advertem que ela não pode sair de casa com o bebê, que é muito perigoso e que forças ocultas estão atrás dele. Prue desconsidera as advertências dos pais, achando que eles só querem assustá-la, mas ao sair com o irmão eles são atacados por um bando de aves que carrega o bebê. Ela os persegue em sua bicicleta até uma floresta próxima e se vê em um reino escondido com humanos e animais falantes preso em um longo ciclo de guerra entre as várias regiões que compõem o lugar.

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Drops – Moana (2026)

 

Análise Crítica – Moana (2026)

Review – Moana (2026)
A animação Moana: Um Mar de Aventuras (2016) mal fez dez anos agora em 2026, então qual a necessidade de fazer um remake em live action dele? Não há nada que tenha envelhecido mal ou que precise de atualização. A impressão é que a Disney viu que esse tipo de produção estava dando dinheiro (vide os bilhões do live action de Lilo & Stitch) e resolveu fazer uma nova versão dele. O resultado é um filme tão igual ao original que nunca justifica a própria existência.

Mar morto

A trama é a mesma da animação Moana (Catherine Laga’aia) é uma garota que cresce fascinada com o mar, mas é proibida de seus pais de navegar. Quando uma calamidade atinge sua ilha, ela decide partir em uma jornada para encontrar o semideus Maui (Dwayne “The Rock” Johnson) e restaurar coração da deusa Te Fiti.

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Crítica – Lanternas

 

Análise Crítica – Lanternas

Review – Lanternas
Tirando o filme do Superman (2025), a maioria das produções do novo universo DC até agora tem sido focado em personagens menores ao invés de trazer os principais heróis que irão eventualmente compor a Liga da Justiça. A série Lanternas vinha com expectativas ao focar nos Lanternas Verdes e, pessoalmente, por ser produzida por Damon Lindelof que entregou a excelente minissérie de Watchmen também na HBO. O resultado é mais uma trama investigativa do que uma história de super-heróis que funciona pelo cuidado que a série tem construído seus personagens.

Detetives estelares

A trama compreende dois períodos de tempo focando no Lanterna Verde Hal Jordan (Kyle Jordan) e em John Stewart (Aaron Pierre), que está sendo treinado para se tornar um Lanterna Verde. Durante o treinamento Hal recebe um alerta de que há algo errado em uma pequena cidade no interior do Nebraska e vai investigar. Lá ele descobre que múltiplos alienígenas foram assassinados em um tiroteio e que eles estavam na cidade em busca de algo ou alguém de natureza também alienígena. O primeiro episódio termina com um salto temporal de dez anos. John retorna ao Nebraska e a pequena cidade está destruída, ele vai ao encontro da xerife Kerry (Kelly Macdonald) para encontrar o corpo de Hal Jordan, assassinado com um tiro na cabeça.

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Crítica – Gundam Hathaway: The Sorcery of Nymph Circe

 

Análise Crítica – Gundam Hathaway: The Sorcery of Nymph Circe

Review – Gundam Hathaway: The Sorcery of Nymph Circe
Na história da Odisseia, em voga nos últimos tempos por conta do filme do Christopher Nolan, a bruxa Circe mantem Ulisses (ou Odisseu, dependendo da tradução) em sua ilha ao transformar seus soldados em animais. Ela também é responsável por colocá-lo de volta em seu caminho ao apontar ele na direção de um oráculo. A bruxa é, portanto, um obstáculo e um guia ao personagem e essa dualidade é evocada em Gundam Hathaway: The Sorcery of Nymph Circe na figura de Gigi Andalucia a partir da relação dela com Hathaway Noa.

Balada do jovem soldado

Depois dos eventos do primeiro filme em que descobrimos que Hathaway Noa é Mafty Navue Erin, líder de um movimento contrário à Federação e no qual ele recuperou o Xi Gundam, agora Hatahway começa sua cruzada contra o governo ao planejar um ataque contra uma conferência na Austrália. Enquanto isso, Gigi usa suas habilidades newtype para ver o futuro e manejar tanto Hathaway quanto o oficial Kenneth Sleg para o que ela quer.

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Drops – A Maravilhosa Árvore Encantada

 

Crítica – A Maravilhosa Árvore Encantada

Review – A Maravilhosa Árvore Encantada
Adaptando o livro infantil escrito por Enid Blyton, A Maravilhosa Árvore Encantada é uma fábula sobre infância e o poder da imaginação. Em um contexto no qual crianças passam boa parte do tempo em dispositivos eletrônicos e não se conectam com o mundo a sua volta, a narrativa lembra do quanto é importante imaginar e exercitar o lúdico.

Campo dos sonhos

A narrativa é centrada na família Thompson. Quando Polly (Claire Foy) perde o emprego, tendo que sair da casa dada pela empresa, ela e o marido, Tim (Andrew Garfield), decidem perseguir um sonho antigo e se mudam para o campo. Seus três filhos não gostam muito, já que vão ficar longe de tudo e sem internet. A caçula, Fran (Billie Gladsdon), descobre uma árvore mágica em um bosque próximo. A árvore é habitada por fadas, elfos e vários outros seres fantásticos que habitam diferentes reinos contidos na árvore. Fran logo chama os irmãos e eles se envolvem em grandes aventuras.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Crítica – Coyote vs ACME

 

Análise Crítica – Coyote vs ACME

Review – Coyote vs ACME
É difícil não pensar na máxima “a vida imita a arte” ao assistir Coyote vs ACME. O filme fala sobre ganância corporativa e a dificuldade de enfrentar uma mega corporação para que ela seja finalmente responsabilizada pela sua negligência e desmandos. Pois para chegar aos cinemas o filme precisou enfrentar ganância corporativa e viu a dificuldade de enfrentar uma mega corporação que não quer ter responsabilidade pelas suas ações. A Warner, que produziu o filme, queria engavetar a produção e nunca lançá-la, trancando-a em seu cofre para receber descontos em impostos da mesma forma que fez com o filme da Batgirl e a continuação de Scooby! (2020).

Diferente dos outros dois, que não tinham completado pós-produção quando foram engavetados, Coyote vs ACME estava finalizado quando a Warner decidiu cancelá-lo, o que tornou a decisão ainda mais revoltante. Os envolvidos com o filme se mobilizaram para tentar salvá-lo e o que se seguiu foi uma batalha de quase um ano para conseguir uma distribuidora para comprar o filme e durante o processo a Warner adotou uma posição de dificultar as negociações, pedindo valores altíssimos e recusando contraofertas. Com muito esforço e mobilização a Ketchup Entertainment (que já tinha comprado os direitos do longa animado Looney Tunes O Filme: O Dia Que a Terra Explodiu) conseguiu adquirir os direitos de distribuição e o filme finalmente chega aos cinemas depois de enfrentar poderes corporativos tão vilanescos quanto os que o Coiote enfrenta na trama.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Crítica – Minhas Aventuras com o Superman: Terceira Temporada

 

Análise Crítica – Minhas Aventuras com o Superman: Terceira Temporada

Review – Minhas Aventuras com o Superman: Terceira Temporada
Dois anos depois da segunda temporada, Minhas Aventuras com o Superman finalmente ganha uma terceira temporada. Considerando que a segunda temporada saiu no ano seguinte à primeira, a expectativa era de manter o ritmo. Ao menos a espera valeu à pena e esse terceiro ano entrega uma releitura interessante do arco da morte e retorno do Superman.

Reino dos Supermen

Depois da crise com Brainiac, Clark e Kara agora trabalham juntos como heróis. Com a população do seu lado, Clark começa a pensar em seu futuro com Lois, mas a perspectiva de casar faz a jornalista pensar sobre os planos que tinha para o futuro e para sua carreira. Enquanto isso, Lex pensa em novas maneiras de fazer o público temer o Superman. Sua ideia é criar seu próprio herói e para isso recorre ao militar Hank Henshaw que foi gravemente ferido no confronto com Brainiac. Luthor transforma Henshaw em um Superman ciborgue, mas tem dificuldade de mantê-lo sob controle.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Crítica – X-Men 97: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – X-Men 97: Segunda Temporada

Review – X-Men 97: Segunda Temporada
Depois de uma excelente primeira temporada que entregava a melhor produção audiovisual dos X-Men em décadas, X-Men 97 retorna para seu segundo ano depois de algumas controvérsias envolvendo o showrunner Beau DeMayo e sua eventual demissão, com esse segundo ano ainda sendo parte dos episódios que DeMayo planejou e deixou escritos. A nova temporada divide a equipe e foca no vilão Apocalipse, mas o resultado não tem a mesma força que o ano anterior.

Heróis através do tempo

No final da primeira temporada uma parte da equipe, como Magneto, Xavier e Fera foram parar no antigo Egito onde conheceram En Sabah Nur, o mutante que viraria Apocalipse. Outra parte da equipe, como Ciclope e Jean, vão parar num futuro em que que Apocalipse controla tudo, com os heróis tendo que preparar um jovem Cable para liderar a resistência contra ele. Enquanto isso, no presente dos anos 90, Bishop e Forge tentam trazer de volta as duas equipes e um já adulto Cable recruta mutantes para dar cabo dos cavaleiros de Apocalipse.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Crítica – O Fim da Rua

Análise Crítica – O Fim da Rua

Review – O Fim da Rua
É curioso como em Hollywood muitas vezes ideias parecidas surgem ao mesmo tempo. Não faz nem uma semana que chegou na Netflix o suspense A Última Casa, que fala de uma família tendo seu cotidiano interrompido quando uma estranha crise os ameaça e ficam presos em casa. Agora chega aos cinemas O Fim da Rua, também sobre uma família lidando com uma ameaça estranha que transporta o seu bairro para um local estranho e agora precisam se proteger em casa. Ambos partem de elementos similares, mas os desenvolvem de maneira diferente embora nenhum dos dois seja particularmente bom.

Mundo perdido

A narrativa começa na década de 80 com a família de Greg (Ewan McGregor) e Denise (Anne Hathaway). O casamento deles está em crise e os filhos Audrey (Maisy Stella) e Brian (Christian Convery, de Sweet Tooth) notam que o fim pode ser eminente. Um dia, durante uma forte chuva, o bairro em que moram é tomado por uma estranha luz e na manhã seguinte eles descobrem que o bairro está no meio de uma floresta pré-histórica, tomada por dinossauros. Agora a família precisa encontrar um meio de sobreviver.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Crítica – Homem-Aranha: Um Novo Dia

 

Análise Crítica – Homem-Aranha: Um Novo Dia

Review – Homem-Aranha: Um Novo Dia
Depois que Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021) inseriu o amigão da vizinhança em uma aventura cósmica e de grande escopo seguindo um filme que levava o personagem para um confronto internacional em Homem-Aranha:Longe de Casa (2019), fiquei preocupado que a Marvel tinha perdido de vista que a principal força do Homem-Aranha é a conexão dele com a cidade e com cidadão comum, tanto no escopo de suas aventuras, quanto nos conflitos pessoais de Peter Parker, mais preocupado em sobreviver a seu cotidiano do que com presepadas de multiverso ou ameaças interdimensionais. Pois Homem-Aranha: Um Novo Dia entende isso e traz o herói de volta ao básico.

Aranha solitária

Quatro anos se passaram desde que Peter Parker (Tom Holland) fez o mundo se esquecer dele. Sem sua tia May (Marisa Tomei) e seus amigos, Peter foca no seu trabalho como Homem-Aranha, passando a ser reconhecido como herói pela cidade. As coisas se complicam quando Ned (Jacob Batalon) e MJ (Zendaya) voltam a morar em Nova Iorque e Peter vê a chance de retomar a relação com eles. Ao mesmo tempo uma nova ameaça surge conforme pessoas sofrendo com controle mental passam a atacar instalações da Controle de Danos.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Crítica – Batman, Cruzado Encapuzado: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – Batman, Cruzado Encapuzado: Segunda Temporada

Review – Batman, Cruzado Encapuzado: Segunda Temporada
Depois de uma competente primeira temporada, o segundo ano de Batman: Cruzado Encapuzado mostra o que acontece em Gotham depois que a máfia começa a perder força e outros tipos de criminosos começam a surgir. A temporada também continua a focar em elementos da Era de Ouro da DC, explorando alguns personagens menos conhecidos.

O caos é uma escada

Com a prisão do mafioso Rupert Thorne parece que o Batman e a polícia lidaram com a ameaça da máfia, mas o vácuo de poder não dura muito, com o Charada, um dos principais tenentes de Thorne assumindo o controle do crime organizado de maneira ainda mais cruel. Enquanto isso, outros vilões estranhos começam a surgir e às sombras uma figura fica à espreita, eliminando criminosos com um veneno que os faz rir até morrer.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Drops – O Mandaloriano e Grogu

 

Análise Crítica – O Mandaloriano e Grogu

Review – O Mandaloriano e Grogu
Depois de uma terceira temporada que demorou a engrenar e a possível não renovação da série O Mandaloriano, imaginei que a migração para o cinema neste O Mandaloriano e Grogu serviria como possível epílogo da série ou um meio de levar os personagens a outros rumos. O resultado final, porém, é algo que parece uma versão estendida de um episódio “caso da semana”.

Aventura descartável

Na trama Din Djarin (Pedro Pascal) está atuando como caça recompensas para a Nova República, caçando oficiais remanescentes do Império. Seu mais recente trabalho o coloca em contato com os Hutts, que desejam que ele resgate Rotta (Jeremy Allen White, de O Urso), filho e único herdeiro de Jabba The Hutt. Em troca do resgate, os Hutts forneceriam a localização de um importante oficial imperial. Ao lado do pequeno Grogu e auxiliado por Zeb Orrelios (Steve Blum, que já tinha feito a voz do personagem em Star Wars Rebels).

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Crítica – A Odisseia

 

Análise Crítica – A Odisseia

Review – A Odisseia
O diretor Christopher Nolan não é alguém cuja obra é associada com fantasia. Ele já lidou com ficção científica e mesmo seus filmes de super-heróis, como sua trilogia do Batman, defenestravam os elementos mais fantásticos ou sobrenaturais do universo do homem-morcego. Ainda assim não fiquei surpreso com o anúncio de que A Odisseia seria seu próximo filme. 

O cinema de Nolan sempre se estruturou em narrativas não lineares, então é lógico que ele se interessaria por uma das primeiras narrativas ocidentais (talvez a primeira, mas estou enferrujado em história da arte) a contar sua história fora de ordem cronológica. Seus filmes também são carregados de metalinguagem, ponderando sobre o poder das histórias e dos mitos que elas criam, muitas vezes ocultando verdades sombrias que não queremos confrontar. O poema épico escrito por Homero em uma das peças artísticas mais basilares da cultura ocidental e aqui Nolan desvela algumas noções brutais que o olhar mitificado para a jornada de Odisseu (ou Ulisses, dependendo da tradução) pode ocultar, principalmente diante de um olhar contemporâneo.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Crítica – The Legend of Vox Machina: Quarta Temporada

 

Análise Crítica – The Legend of Vox Machina: Quarta Temporada

Review – The Legend of Vox Machina: Quarta Temporada
Quando escrevi sobre a terceira temporada de The Legend of Vox Machina, mencionei que estava apreensivo com a continuidade da série considerando o quanto o terceiro ano terminou bem. Sim, haviam pontas soltas a serem exploradas, mas a temporada oferecia um desfecho tão bom que continuar poderia estragar tudo que tinha sido feito até então. Felizmente não é isso que acontece e a quarta temporada de The Legend of Vox Machina é, talvez, a melhor da série até aqui.

Bando a parte

A temporada começa um ano depois da aventura anterior. O Vox Machina se dissolveu, com Vex e Percy vivendo juntos, Scanlan indo ficar com a filha e Vax e Keyleth navegam pelos mares. Apenas Pike e Grog seguem como aventureiros. Os dois são abordados pelo atrapalhado nobre Taryon Darrington, que sonha em ser um grande aventureiro e os coloca em rota de colisão com o sinistro culto do Nome Sussurrado, que visa transformar em deus um necromante que foi selado pelos deuses. Os demais membros do grupo também enfrentam o culto e logo percebem que precisam se reunir para lidar com a ameaça.

terça-feira, 7 de julho de 2026

Crítica – Mestres do Universo

 

Análise Crítica – Mestres do Universo

Review – Mestres do Universo
O personagem He-Man nasceu de uma linha de brinquedos, mas é mais lembrado pela animação dos anos 80 que foi reprisada à exaustão na televisão. Outras tentativas de renovar o personagem foram feitas, desde outras animações ao longo dos anos 90 e 2000, passando até por um filme live action estrelado por Dolph Lundgren no final da década de oitenta, mas nada disso causou o mesmo impacto. Talvez por isso tentativas mais recentes, como a série animada produzida por Kevin Smith ou este Mestres do Universo tentem dialogar com a série original.

Poder interior

A trama acompanha Adam (Nicholas Galitzine), príncipe do planeta Etérnia que foi enviado para a Terra depois que o Esqueleto (Jared Leto) toma o poder. No percurso para o nosso planeta, ele perde a Espada do Poder, único artefato que poderia levá-lo para casa, e passa o resto da vida tentando encontrá-la ao mesmo tempo em que ninguém acredita em suas histórias. Quando finalmente encontra a espada, ele é atacado pelas tropas do Esqueleto e resgatado por Teela (Camila Mendes) que o leva de volta a Etérnia onde ele precisa dominar o poder da espada e liderar os guerreiros que restaram a enfrentarem o Esqueleto.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Crítica – Supergirl

 

Análise Crítica – Supergirl

Review – Supergirl
Já imaginou como seria John Wick: De Volta ao Jogo (2014) se o protagonista tivesse superpoderes? Supergirl funciona como uma resposta a essa pergunta. O segundo filme do universo DC capitaneado por James Gunn foca na prima do Superman e a coloca em uma busca bastante pessoal.

Mulher do amanhã

A narrativa segue Kara (Milly Alcock) enquanto ela viaja pelo espaço para comemorar seu aniversário. Ela vai a planetas de sol vermelho que tiram seus poderes e permitem que ela fique embriagada. Em um bar ela conhece a garota Ruthye (Eve Ridley), que busca vingança contra os criminosos espaciais que mataram sua família. Quando o cachorro Krypto é envenenado pelo líder dos criminosos, Krem (Matthias Schoenaerts), Kara decide caçá-los para conseguir o antídoto, ajudando a busca por vingança de Ruthye.

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Crítica – Dia D

 

Análise Crítica – Dia D

Resenha Crítica – Dia D
Há uma citação do crítico Roger Ebert na qual ele diz que o cinema é uma máquina de gerar empatia. Eu provavelmente já usei essa citação antes e peço desculpas pela repetição, mas não consegui parar de pensar nela assistindo Dia D, novo filme de Steven Spielberg. Digo isso porque o filme defende a empatia como a nossa principal força e usa a linguagem audiovisual para nos lembrar como a empatia pode ser poderosa.

A verdade está lá fora

A trama é centrada em Margaret (Emily Blunt), que trabalha como a mulher do tempo em uma emissora em Kansas City. Um dia, depois de um breve contato com um pássaro, ela passa a falar em uma língua estranha e aparentemente ser capaz de entender os pensamentos de outras pessoas. Suas novas habilidades a direcionam para Kellner (Josh O’Connor, de Vivo ou Morto), um especialista em segurança digital que está em fuga depois de roubar material confidencial da misteriosa empresa Wardex. Kellner deseja divulgar o material ao mundo, mas Scanlon (Colin Firth), que lidera a Wardex, está disposto a tudo para deter Kellner, inclusive usando a namorada dele, Jane (Eve Hewson), como refém. Margaret e Kellner são auxiliados por Hugo (Colman Domingo), um dissidente da Wardex que acha que está na hora da humanidade conhecer os segredos que a empresa esconde.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Crítica – Spider-Noir

 

Análise Crítica – Spider-Noir

Review – Spider-Noir
Quando vi o Aranha-Noir dublado por Nicolas Cage na animação Homem-Aranha: No Aranhaverso (2018) fiquei com vontade de ver mais do personagem. Nunca imaginei que oito anos depois receberíamos uma série live action com Cage interpretando o herói neste Spider-Noir.

Cidade de sombras

A narrativa se passa na Nova Iorque dos anos de 1930. Ben Reilly (Nicolas Cage) é um desiludido detetive particular que voltou da guerra com estranhos poderes, assumindo a identidade heroica do Aranha. Depois da morte de sua amada, no entanto, Ben abandonou o manto de herói. O mafioso Cabelo de Prata (Brendan Gleeson) tomou o controle da cidade com sua operação de contrabando de bebidas. As coisas pioram quando criminosos com estranhos poderes começam a atacar a cidade. Reilly começa a investigar essas ocorrências e encontra a cantora Cat Hardy (Li Jun Li), que é próxima de Flint Marko (Jack Houston, do horrendo remake de Ben-Hur), um dos capangas do Cabelo de Prata. Hardy parece saber mais do transparece sobre os estranhos criminosos que apareceram.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Crítica – Cara de Um, Focinho de Outro

 

Análise Crítica – Cara de Um, Focinho de Outro

Review – Cara de Um, Focinho de Outro
Os trailers de Cara de Um, Focinho de Outro, nova animação da Pixar, não vendem direito o que a animação. Pela divulgação é só uma comédia aloprada sobre uma garota que controla um robô para falar com animais. O filme em si, no entanto, é bem mais que isso, falando sobre luto, cooperação e preservação da natureza.

Na natureza selvagem

A narrativa é protagonizada por Mabel, uma jovem que tenta evitar a derrubada de um bosque próximo a sua cidade. O prefeito quer acabar com o bosque para construir uma rodovia, mas Mabel quer que o espaço vire uma área de preservação para proteger os animais da região. A jovem tem motivos pessoais para proteger o espaço, já que ela costumava ir lá com sua falecida avó. Mabel tenta pedir ajuda a uma de suas professoras da faculdade, a Dra. Sam, e descobre que ela desenvolveu uma tecnologia de robôs animais realistas para o qual é possível transferir sua consciência e controlar os robôs diretamente. Assim, Mabel passa a controlar um robô castor para convencer os animais a lutarem pelo bosque, mas seu plano tem consequências inesperadas.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Crítica – Mortal Kombat II

 

Análise Crítica – Mortal Kombat II

Review – Mortal Kombat II
Depois que Mortal Kombat (2021) decepcionou com uma trama que mais parecia um longo trailer do que um filme em si, esse Mortal Kombat II chega para tentar entregar aquilo que se esperava do primeiro. Em geral é melhor sucedido que o anterior, ainda que repita alguns de seus erros.

Torneio sangrento

Na trama, Raiden (Tadanobu Asano) precisa reunir os campeões da Terra para lutar no Mortal Kombat. O último dos escolhidos é Johnny Cage (Karl Urban), um astro de ação que já passou do auge e agora vive das glórias do passado. Cage reluta, mas acompanha Raiden e os demais no combate contra os guerreiros liderados por Shao Khan (Martyn Ford). O que eles não sabem, é que Khan planeja usar o Amuleto de Shinnok para se tornar imortal e garantir a vitória no torneio.