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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Crítica – Dia D

 

Análise Crítica – Dia D

Resenha Crítica – Dia D
Há uma citação do crítico Roger Ebert na qual ele diz que o cinema é uma máquina de gerar empatia. Eu provavelmente já usei essa citação antes e peço desculpas pela repetição, mas não consegui parar de pensar nela assistindo Dia D, novo filme de Steven Spielberg. Digo isso porque o filme defende a empatia como a nossa principal força e usa a linguagem audiovisual para nos lembrar como a empatia pode ser poderosa.

A verdade está lá fora

A trama é centrada em Margaret (Emily Blunt), que trabalha como a mulher do tempo em uma emissora em Kansas City. Um dia, depois de um breve contato com um pássaro, ela passa a falar em uma língua estranha e aparentemente ser capaz de entender os pensamentos de outras pessoas. Suas novas habilidades a direcionam para Kellner (Josh O’Connor, de Vivo ou Morto), um especialista em segurança digital que está em fuga depois de roubar material confidencial da misteriosa empresa Wardex. Kellner deseja divulgar o material ao mundo, mas Scanlon (Colin Firth), que lidera a Wardex, está disposto a tudo para deter Kellner, inclusive usando a namorada dele, Jane (Eve Hewson), como refém. Margaret e Kellner são auxiliados por Hugo (Colman Domingo), um dissidente da Wardex que acha que está na hora da humanidade conhecer os segredos que a empresa esconde.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Crítica – Spider-Noir

 

Análise Crítica – Spider-Noir

Review – Spider-Noir
Quando vi o Aranha-Noir dublado por Nicolas Cage na animação Homem-Aranha: No Aranhaverso (2018) fiquei com vontade de ver mais do personagem. Nunca imaginei que oito anos depois receberíamos uma série live action com Cage interpretando o herói neste Spider-Noir.

Cidade de sombras

A narrativa se passa na Nova Iorque dos anos de 1930. Ben Reilly (Nicolas Cage) é um desiludido detetive particular que voltou da guerra com estranhos poderes, assumindo a identidade heroica do Aranha. Depois da morte de sua amada, no entanto, Ben abandonou o manto de herói. O mafioso Cabelo de Prata (Brendan Gleeson) tomou o controle da cidade com sua operação de contrabando de bebidas. As coisas pioram quando criminosos com estranhos poderes começam a atacar a cidade. Reilly começa a investigar essas ocorrências e encontra a cantora Cat Hardy (Li Jun Li), que é próxima de Flint Marko (Jack Houston, do horrendo remake de Ben-Hur), um dos capangas do Cabelo de Prata. Hardy parece saber mais do transparece sobre os estranhos criminosos que apareceram.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Crítica – Cara de Um, Focinho de Outro

 

Análise Crítica – Cara de Um, Focinho de Outro

Review – Cara de Um, Focinho de Outro
Os trailers de Cara de Um, Focinho de Outro, nova animação da Pixar, não vendem direito o que a animação. Pela divulgação é só uma comédia aloprada sobre uma garota que controla um robô para falar com animais. O filme em si, no entanto, é bem mais que isso, falando sobre luto, cooperação e preservação da natureza.

Na natureza selvagem

A narrativa é protagonizada por Mabel, uma jovem que tenta evitar a derrubada de um bosque próximo a sua cidade. O prefeito quer acabar com o bosque para construir uma rodovia, mas Mabel quer que o espaço vire uma área de preservação para proteger os animais da região. A jovem tem motivos pessoais para proteger o espaço, já que ela costumava ir lá com sua falecida avó. Mabel tenta pedir ajuda a uma de suas professoras da faculdade, a Dra. Sam, e descobre que ela desenvolveu uma tecnologia de robôs animais realistas para o qual é possível transferir sua consciência e controlar os robôs diretamente. Assim, Mabel passa a controlar um robô castor para convencer os animais a lutarem pelo bosque, mas seu plano tem consequências inesperadas.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Crítica – Mortal Kombat II

 

Análise Crítica – Mortal Kombat II

Review – Mortal Kombat II
Depois que Mortal Kombat (2021) decepcionou com uma trama que mais parecia um longo trailer do que um filme em si, esse Mortal Kombat II chega para tentar entregar aquilo que se esperava do primeiro. Em geral é melhor sucedido que o anterior, ainda que repita alguns de seus erros.

Torneio sangrento

Na trama, Raiden (Tadanobu Asano) precisa reunir os campeões da Terra para lutar no Mortal Kombat. O último dos escolhidos é Johnny Cage (Karl Urban), um astro de ação que já passou do auge e agora vive das glórias do passado. Cage reluta, mas acompanha Raiden e os demais no combate contra os guerreiros liderados por Shao Khan (Martyn Ford). O que eles não sabem, é que Khan planeja usar o Amuleto de Shinnok para se tornar imortal e garantir a vitória no torneio.

terça-feira, 26 de maio de 2026

Crítica – Devoradores de Estrelas

 

Análise Crítica – Devoradores de Estrelas

Resenha Crítica – Devoradores de Estrelas
Fui assistir Devoradores de Estrelas sabendo muito pouco do que se tratava além de uma história sobre impedir a morte do nosso Sol adaptando um romance escrito por Andy Weir, que já teve outro trabalho adaptado por Hollywood em Perdido em Marte (2015). Talvez tenha sido melhor assim, já que o resultado é uma grata surpresa, uma ficção científica que equilibra drama, comédia e tensão de uma maneira que poucos filmes hollywoodianos de grande orçamento conseguem.

Alerta solar

Na trama, cientistas detectam uma faixa de energia entre o Sol e o planeta Vênus habitada por pequenos microorganismos que parecem estar devorando a nossa estrela. Os seres são chamados de astrófagos e governos do mundo se mobilizam para saber mais sobre eles, já que se continuarem, em questão de poucos anos a temperatura do planeta irá cair a níveis perigosos. O cientista Ryland Grace (Ryan Gosling) é um dos convocados para o projeto e por fazer várias descobertas sobre os astrófagos é selecionado para uma missão que levará uma equipe para a única estrela que parece imune às criaturas para, talvez, encontrar um meio de detê-las. Ao chegar ao seu destino depois de onze anos de viagem, Grace acorda do coma induzido para descobrir que apenas ele sobreviveu à viagem, precisando cumprir a missão sozinho.

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Crítica – Super Mario Galaxy: O Filme

 

Análise Crítica – Super Mario Galaxy: O Filme

Review – Super Mario Galaxy: O Filme
O primeiro Super Mario Bros: O Filme (2023) estava mais interessado em fisgar o espectador pela nostalgia envolvendo os games do que com uma história ou construção de personagem interessante. Considerando o alto faturamento do primeiro filme era de se esperar que a Illumination e a Nintendo dobrassem a aposta nesse Super Mario Galaxy: O Filme e o resultado é um filme ainda mais ancorado na nostalgia, com uma trama ainda menos consistente, mais fragmentada e pouco interesse em trazer qualquer desenvolvimento aos personagens.

Guardiões da galáxia

A trama começa com Bowser Jr. sequestrando a princesa Rosalina. Um dos Lumas de Rosalina escapa do ataque e vai pedir ajuda à Princesa Peach que parte para o resgate ao lado de Toad, deixando Mario e Luigi encarregados pelo Reino do Cogumelo. O problema é que Bowser Jr também ataca o reino em uma tentativa de resgatar o pai, Bowser. No processo, o castelo é destruído, deixando Mario, Luigi e Yoshi perdidos no espaço. Agora eles precisam encontrar Peach para impedir que Bowser Jr. drene o poder de Rosalina para usar em uma poderosa arma capaz de destruir a galáxia.

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Crítica – The Boys: Quinta Temporada

 

Análise Crítica – The Boys: Quinta Temporada

Review – The Boys: Quinta Temporada
Quando escrevi sobre a quarta temporada de The Boys mencionei preocupação no modo como a série dobrava a aposta em aludir de maneira muito direta ou óbvia elementos do cotidiano político dos Estados Unidos. Era uma escolha que parecia vir da frustração do showrunner Eric Kripke com o fato de que muita gente via o Capitão Pátria (Antony Starr) como herói, trabalhando para deixar óbvio que todo esse reacionarismo político era a piada, o alvo da sátira da série. É uma escolha com muito potencial de dar errado. Primeiro porque essas pessoas ainda assim não entenderiam que são eles os ridículos (vide o resultado do segundo filme do Coringa, que também tenta mastigar demais sua mensagem). Segundo porque, como comentei no texto da quarta temporada, independente do resultado da eleição de 2024, essa proximidade do mundo real só prejudicaria a sátira que a série tenta fazer sobre totalitarismo corporativo. Se Trump perdesse, a quinta temporada já nasceria irrelevante, se Trump ganhasse a alusão direta seria tão próxima que a série não funcionaria como sátira e é exatamente isso que acontece nesse último ano.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Crítica – Demolidor Renascido: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – Demolidor Renascido: Segunda Temporada

Review – Demolidor Renascido: Segunda Temporada
A volta de Matt Murdock em Demolidor Renascido teve seus altos e baixos. Ainda que Charlie Cox e Vincent D’Onofrio continuem excelentes como Matt e Wilson Fisk, a narrativa sofria ao replicar tramas e ideias que já tinham sido trabalhadas na série da Netflix. Essa segunda temporada tinha o potencial de levar tudo a outras direções por conta da maneira como tudo terminou e em geral é competente nisso.

Nova Iorque sitiada

Depois dos eventos da primeira temporada Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) se tornou prefeito de Nova Iorque e usa sua autoridade para beneficiar seus negócios escusos através do porto livre que abriu e também da força tarefa criada para deter vigilantes. Matt (Charlie Cox) e Karen (Deborah Ann Woll) vivem escondidos enquanto tentam obter provas dos crimes de Fisk. Quando o Demolidor tenta impedir a chegada de um navio contendo armas ilegais, Fisk naufraga e o navio e coloca a culpa no Demolidor, iniciando uma caçada contra o herói.

terça-feira, 5 de maio de 2026

Crítica – Monarch: Legado de Monstros Segunda Temporada

 

Análise Crítica – Monarch: Legado de Monstros Segunda Temporada

Review Crítica – Monarch: Legado de Monstros Segunda Temporada
Eu não esperava nada da primeira temporada de Monarch: Legado de Monstros e me surpreendi como ela expandia o universo de monstros construído no cinema e, ao mesmo tempo, finalmente contar uma história minimamente interessante com personagens humanos. A segunda temporada continua os méritos do ano de estreia, ainda que sofra um pouco com problemas de ritmo.

Negócio de família

A segunda temporada começa no ponto em que o primeiro ano parou, com Cate (Anna Sawai, de Xógum) retornando do Axis Mundi junto com a avó, Keiko (Mari Yamamoto), que por anos foi dada como morta, em uma estação da Monarch na Ilha da Caveira, lar do King Kong. Contrariando as ordens da Monarch, Cate e Keiko tentam abrir uma nova fenda para o Axis Mundi para resgatar Shaw (Kurt Russell). Elas conseguem, mas um enorme titã, o Titã X, escapa da fenda e agora cabe a elas encontrar um meio de deter a criatura para evitar um desastre.

terça-feira, 17 de março de 2026

Crítica – One Piece: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – One Piece: Segunda Temporada

Review – One Piece: Segunda Temporada
Depois de uma primeira temporada que fez um bom trabalho em adaptar a lógica do anime One Piece para live action, a série da Netflix chega a sua segunda temporada mais segura de si e capaz de lidar com alguns problemas de seu ano de estreia. É uma série que continua surpreendendo pelo modo como captura o espírito do anime e o adequa ao seu formato.

Mestre dos mares

A narrativa começa no ponto em que o ano anterior parou, com Luffy (Iñaki Godoy) e os demais membros do bando dos Chapéus de Palha buscando a entrada da Grand Line, a linha marítima que dá a volta no globo e guarda vários perigos para aqueles que tentam atravessá-la, mesmo os piratas. Ao longo da viagem eles passam por diferentes ilhas, lidando com perigos, encontrando novos aliados, como Vivi (Charithra Chandran), e novos inimigos na forma dos agentes da Baroque Works que caçam Vivi e os Chapéus de Palha.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Crítica – O Refúgio

 

Análise Crítica – O Refúgio

Review – O Refúgio
Filmes de piratas fizeram muito sucesso na Hollywood dos anos 1930 e 1940, alçando ao estrelato nomes como Errol Flynn. Assim como aconteceu nos westerns, no entanto, esses filmes meio que saíram de moda com o tempo e era raro a indústria voltar a eles, com algumas tentativas como A Ilha da Garganta Cortada (1995) resultando em fracassos retumbantes. A coisa mudou quando a Disney lançou Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (2003) com enorme sucesso e iniciando uma franquia que se estendeu por cinco filmes (embora o quarto e o quinto sejam muito ruins) e outras produções.

Era de se imaginar que a aventura do capitão Jack Sparrow faria por essas histórias de swashbuckling o que Gladiador (2000) e O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001) fizeram pelos épicos ou que Moulin Rouge (2001) e Chicago (2002) fizeram pelos musicais, reinvigorando o gênero e iniciando um novo ciclo de produção dessas narrativas. Não foi o que aconteceu, ao menos nos cinemas, já que na televisão tivemos algumas séries com piratas. Algumas tentativas de aventuras marítimas como Mestre dos Mares (2003) ou No Coração do Mar (2015) eram mais interessados em algo mais histórico do que o tom aventuresco das aventuras de piratas. Faço todo esse preâmbulo porque meu tempo assistindo este O Refúgio, produção da Prime Video, me fez pensar como a indústria hollywoodiana realmente passou batido por uma possível onda de filmes de piratas e essa aventura estrelada por Priyanka Chopra e Karl Urban se situa exatamente nesse gênero.

quarta-feira, 11 de março de 2026

Crítica – Máquina de Guerra (2026)

 

Análise Crítica – Máquina de Guerra (2026)

Review – Máquina de Guerra (2026)
Um grupo de soldados de elite em missão na floresta encontra uma criatura alienígena com armas avançadas que começa a caçá-los. Essa é a premissa de O Predador (1987) que é emulada diretamente por este Máquina de Guerra (não confundir com o filme de mesmo nome protagonizado por Brad Pitt e também lançado pela Netflix), que não faz nada interessante com o conceito além de repetir de maneira burocrática elementos já conhecidos.

Conflito mecânico

A narrativa acompanha o soldado 81 (Alan Ritchson, de Reacher) que tenta entrar para os rangers, a divisão de elite do exército dos Estados Unidos. Anos atrás ele prometeu ao irmão que os dois fariam a seleção para os rangers, mas o irmão é morto em combate junto com o resto da unidade, deixando o protagonista como o único sobrevivente. Agora, ele tenta entrar para a divisão de elite como meio de cumprir a promessa ao irmão. O protagonista chega à etapa final da seleção, uma missão simulada em meio a montanhas remotas. Durante a missão, no entanto, ele e os companheiros encontram uma enorme criatura metálica que caiu dos céus em um meteoro e começa a caçá-los.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Crítica – Arco

 

Análise Crítica – Arco

Review – Arco
Primeiro longa-metragem do diretor francês Ugo Bienvenu, Arco funciona como uma mistura entre E.T: O Extraterrestre (1982) e os filmes do Hayao Miyazaki, somados com uma discussão sobre meio-ambiente e como normalizamos o nosso caos climático.

De volta para o futuro

A narrativa começa no ano 3000. A humanidade vive uma utopia movida a energia solar em casas acima das nuvens. Nessa época, viagem espacial e no tempo também foi dominada com o uso de arco-íris, com incursões no tempo sendo usadas, por exemplo, para recuperar espécimes de plantas extintas. O garoto Arco vive nessa época e morre de vontade de viajar no tempo para ver dinossauros, mas ainda não atingiu a idade permitida. Um dia ele resolve pegar o traje da irmã para viajar no tempo, mas erra o destino indo parar no ano 2075 e perdendo seu cristal de viagem no tempo durante o desastroso pouso. Ele é resgatado pela garota Íris (Arco e Íris, sacaram?), que vive com seu robô babá Mikki e sente saudades dos pais, que trabalham na cidade grande e só aparecem nos finais de semana. Iris tenta ajudar Arco a voltar para casa, mas são perseguidos por um trio de irmãos atrapalhados que há anos tentam desvendar o mistério das “pessoas arco-íris”.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Crítica – Zootopia 2

 

Análise Crítica – Zootopia 2

Review – Zootopia 2
O primeiro Zootopia (2016) era uma animação bacana, mas não era um filme que eu sentia necessidade de uma continuação. Quando esse Zootopia 2 foi anunciado temi que fosse uma sequência caça-níqueis, feita de qualquer jeito para capitalizar em cima do sucesso do anterior. Felizmente não é o que acontece, ainda que de certa forma o filme repita algumas ideias do antecessor.

Mundo animal

Na trama, a posição de Judy e Nick na polícia está ameaçada depois de uma operação que dá errado por conta das ações deles. Mesmo por um fio, Judy continua a investigar uma conspiração para atingir a família Lynxley, que seriam os responsáveis pelas muralhas climáticas que permitem que os animais coexistam em Zootopia. Durante uma festa dada pelos Lynxley para anunciar a expansão de seu território, o local é atacado por uma cobra, Gary, e Judy descobre que os Lynxley guardam segredos sombrios, tentando ajudar Gary. Assim, ela e Nick são colocados como cúmplices do atentado e precisam investigar o que os Lynxley se esforçam tanto para manter em segredo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Crítica – Dupla Perigosa

 

Análise Crítica – Dupla Perigosa

Review – Dupla Perigosa
Todo o material de divulgação de Dupla Perigosa dava a impressão de um filme de ação bem qualquer coisa, daqueles que serviços de streaming jogam no catálogo todo final de semana só pra dizer que tem coisa nova para assistir. Resolvi conferir por pura preguiça de procurar alguma coisa e acabei me surpreendendo positivamente. Não reinventa a roda, nem qualquer inovação, a trama é relativamente previsível, mas é carismático e bem executado o bastante pra divertir.

Irmãos em armas

A narrativa acompanha James (Dave Bautista) e Jonny (Jason Momoa), dois irmãos que estão há anos sem se falar e não tem uma boa relação. Quando o pai deles, que era investigador particular, morre em um suposto atropelamento, Jonny vai até o Havaí para o enterro. Lá ele desconfia que há algo mais na morte do pai e convence James a investigar a questão junto com ele. Logo eles esbarram em uma grande conspiração criminosa.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Crítica – Fallout: 2ª Temporada

 

Análise Crítica – Fallout: 2ª Temporada

Review – Fallout: 2ª Temporada
Depois de um ano de estreia bacana, Fallout retorna para sua segunda temporada com uma trama que soa mais como uma grande preparação para um conflito vindouro do que algo pensado como uma unidade autônoma. Por outro lado, a série continua entregando uma adaptação competente, que aproveita bem o universo dos games.

A guerra não muda

Depois dos eventos do primeiro ano, Lucy (Ella Purnell) e Cooper (Walton Goggins) viajam juntos em direção a New Vegas atrás do esconderijo de Hank (Kyle MacLachlan). Enquanto isso, Maximus (Aaron Moten) finalmente se torna o cavaleiro da Irmandade de Ferro que sempre sonhou, mas isso não significa que sua vida tenha necessariamente melhorado, principalmente quando o líder de sua divisão maquina um meio de assumir o controle.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Crítica – Magnum

 

Análise Crítica – Magnum

Review – Magnum
Não creio que ninguém estivesse clamando por uma série ou filme do Magnum, herói da Marvel que começou como vilão e que também teve uma carreira como ator de cinema. É o tipo de coisa que faz parecer que o estúdio está raspando o tacho em meio a um desgaste de suas produções. O resultado, no entanto, é um interessante estudo de personagem que explora a faceta do herói como ator de cinema para pensar no estado atual de Hollywood e também no desgaste recente de filmes de heróis.

Super astro

A narrativa é protagonizada por Simon Williams (Yahya Abdul Mateen), um ator que há anos tenta, sem sucesso, vencer em Hollywood. Um dia ele encontra Trevor Slattery (Ben Kingsley) em um cinema e fica sabendo que estão acontecendo testes para um remake de Magnum, um antigo filme de super-herói que ele viu quando era pequeno e que o inspirou a virar ator. Agora ele e Trevor se juntam para tentar conseguir uma escalação no filme. Só há um problema, Simon tem super poderes que ele não consegue controlar e Hollywood não permite pessoas com poderes em sets de filmagem, então ele precisa manter seus poderes sob controle e ocultos para conseguir o papel.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Crítica – Predador: Terras Selvagens

 

Análise Crítica – Predador: Terras Selvagens

Review – Predador: Terras Selvagens
Em Predador: A Caçada (2022) e Predador: Assassino de Assassinos (2025) o diretor Dan Trachtenberg parece ter encontrado a fórmula para fazer os filmes do Predador funcionarem: situar a trama em um período histórico específico e colocar os yautja para enfrentar guerreiros de diferentes épocas. Agora com Predador: Terras Selvagens o diretor tenta sacudir essa fórmula.

Caçada selvagem

A narrativa é protagonizada por Dek (Dimitrius Schuster-Koloamatangi), um jovem yautja que é considerado fraco pelo seu clã por ser menor que o padrão da raça. Seu irmão, Kwei (Mike Homik) tenta treiná-lo para que prove seu valor, mas o pai deles vê o esforço de Kwei em proteger o irmão como fraqueza e tenta matar os dois. Dek sobrevive e para provar a força ao pai e conquistar seu dispositivo de camuflagem viaja até um remoto e perigoso planeta para caçar uma criatura que dezenas de outros predadores tentaram e falharam. Chegando lá ele encontra a sintética Thia (Elle Fanning), uma androide a serviço a corporação Weyland-Yutani (sim, a mesma de Alien) que está ali em uma missão para capturar a mesma criatura. Dek decide ajudar Thia a consertar suas pernas em troca do conhecimento dela a respeito da fauna e flora hostis do lugar. Agora os dois precisam enfrentar tanto as criaturas do planeta, quanto as tropas da Weyland, que veem o yautja como uma ameaça aos planos e Thia como um fracasso a ser descartado.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Crítica – Wicked: Parte 2

 

Análise Crítica – Wicked: Parte 2

Review – Wicked: Parte 2
Depois de uma ótima primeira parte, esperava que Wicked: Parte 2 entregasse um clímax tão bacana quanto. Infelizmente isso não acontece, com a segunda parte falhando em dar a devida dimensão aos eventos que seguem a rebelião de Elphaba (Cynthia Erivo) contra o Mágico de Oz (Jeff Goldblum).

Magia enganosa

Depois dos eventos da primeira parte, Elphaba decide enfrentar o Mágico e denunciar suas mentiras para o povo de Oz. O regime do mágico, no entanto, usa toda sua capacidade de comunicação para convencer as pessoas que Elphaba quer destruir Oz e é uma inimiga do povo. Glinda (Ariana Grande) se alia ao Mágico e a Madame Morrible (Michelle Yeoh) já que eles dão tudo que ela sempre quis. Ainda assim Glinda teme por Elphaba e deseja resolver o conflito entre ela e o mágico.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Crítica – Stranger Things: 5ª Temporada

 

Análise Crítica – Stranger Things: 5ª Temporada

Review – Stranger Things: 5ª Temporada
Com intervalos entre temporadas cada vez maiores e o elenco infantil já tendo crescido para além da idade de seus personagens. A impressão é que Stranger Things perdeu parte do fôlego e do que o tornava interessante chegando nessa temporada final. Esse ano derradeiro até consegue entregar um final que respeita seus personagens e encerra seus ciclos, mas o caminho até lá não é dos melhores.

Hawkins sitiada

A narrativa retorna um ano e meio depois dos eventos da quarta temporada. Com a abertura das fendas, Hawkins foi ocupada por militares que fecharam a cidade e controlam todo o fluxo de entrada e saída. Para a população foi só um evento geológico, mas Mike (Finn Wolfhard), Onze (Millie Bobby Brown) e os demais sabem que é Vecna (Jamie Campbell Bower) que está por trás de tudo. Os militares controlam principalmente uma área com uma grande fenda para o mundo invertido, com a implacável doutora Kay (Linda Hamilton) tendo assumido a pesquisa de Brenner (Matthew Modine). Kay não só tem pesquisado o mundo invertido como também está atrás de Onze, acreditando que a garota ainda está em Hawkins. Assim, o grupo precisa tanto deter Vecna quando se manter longe dos olhos dos militares.