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terça-feira, 17 de março de 2026

Crítica – One Piece: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – One Piece: Segunda Temporada

Review – One Piece: Segunda Temporada
Depois de uma primeira temporada que fez um bom trabalho em adaptar a lógica do anime One Piece para live action, a série da Netflix chega a sua segunda temporada mais segura de si e capaz de lidar com alguns problemas de seu ano de estreia. É uma série que continua surpreendendo pelo modo como captura o espírito do anime e o adequa ao seu formato.

Mestre dos mares

A narrativa começa no ponto em que o ano anterior parou, com Luffy (Iñaki Godoy) e os demais membros do bando dos Chapéus de Palha buscando a entrada da Grand Line, a linha marítima que dá a volta no globo e guarda vários perigos para aqueles que tentam atravessá-la, mesmo os piratas. Ao longo da viagem eles passam por diferentes ilhas, lidando com perigos, encontrando novos aliados, como Vivi (Charithra Chandran), e novos inimigos na forma dos agentes da Baroque Works que caçam Vivi e os Chapéus de Palha.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Crítica – O Refúgio

 

Análise Crítica – O Refúgio

Review – O Refúgio
Filmes de piratas fizeram muito sucesso na Hollywood dos anos 1930 e 1940, alçando ao estrelato nomes como Errol Flynn. Assim como aconteceu nos westerns, no entanto, esses filmes meio que saíram de moda com o tempo e era raro a indústria voltar a eles, com algumas tentativas como A Ilha da Garganta Cortada (1995) resultando em fracassos retumbantes. A coisa mudou quando a Disney lançou Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra (2003) com enorme sucesso e iniciando uma franquia que se estendeu por cinco filmes (embora o quarto e o quinto sejam muito ruins) e outras produções.

Era de se imaginar que a aventura do capitão Jack Sparrow faria por essas histórias de swashbuckling o que Gladiador (2000) e O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001) fizeram pelos épicos ou que Moulin Rouge (2001) e Chicago (2002) fizeram pelos musicais, reinvigorando o gênero e iniciando um novo ciclo de produção dessas narrativas. Não foi o que aconteceu, ao menos nos cinemas, já que na televisão tivemos algumas séries com piratas. Algumas tentativas de aventuras marítimas como Mestre dos Mares (2003) ou No Coração do Mar (2015) eram mais interessados em algo mais histórico do que o tom aventuresco das aventuras de piratas. Faço todo esse preâmbulo porque meu tempo assistindo este O Refúgio, produção da Prime Video, me fez pensar como a indústria hollywoodiana realmente passou batido por uma possível onda de filmes de piratas e essa aventura estrelada por Priyanka Chopra e Karl Urban se situa exatamente nesse gênero.

quarta-feira, 11 de março de 2026

Crítica – Máquina de Guerra (2026)

 

Análise Crítica – Máquina de Guerra (2026)

Review – Máquina de Guerra (2026)
Um grupo de soldados de elite em missão na floresta encontra uma criatura alienígena com armas avançadas que começa a caçá-los. Essa é a premissa de O Predador (1987) que é emulada diretamente por este Máquina de Guerra (não confundir com o filme de mesmo nome protagonizado por Brad Pitt e também lançado pela Netflix), que não faz nada interessante com o conceito além de repetir de maneira burocrática elementos já conhecidos.

Conflito mecânico

A narrativa acompanha o soldado 81 (Alan Ritchson, de Reacher) que tenta entrar para os rangers, a divisão de elite do exército dos Estados Unidos. Anos atrás ele prometeu ao irmão que os dois fariam a seleção para os rangers, mas o irmão é morto em combate junto com o resto da unidade, deixando o protagonista como o único sobrevivente. Agora, ele tenta entrar para a divisão de elite como meio de cumprir a promessa ao irmão. O protagonista chega à etapa final da seleção, uma missão simulada em meio a montanhas remotas. Durante a missão, no entanto, ele e os companheiros encontram uma enorme criatura metálica que caiu dos céus em um meteoro e começa a caçá-los.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Crítica – Arco

 

Análise Crítica – Arco

Review – Arco
Primeiro longa-metragem do diretor francês Ugo Bienvenu, Arco funciona como uma mistura entre E.T: O Extraterrestre (1982) e os filmes do Hayao Miyazaki, somados com uma discussão sobre meio-ambiente e como normalizamos o nosso caos climático.

De volta para o futuro

A narrativa começa no ano 3000. A humanidade vive uma utopia movida a energia solar em casas acima das nuvens. Nessa época, viagem espacial e no tempo também foi dominada com o uso de arco-íris, com incursões no tempo sendo usadas, por exemplo, para recuperar espécimes de plantas extintas. O garoto Arco vive nessa época e morre de vontade de viajar no tempo para ver dinossauros, mas ainda não atingiu a idade permitida. Um dia ele resolve pegar o traje da irmã para viajar no tempo, mas erra o destino indo parar no ano 2075 e perdendo seu cristal de viagem no tempo durante o desastroso pouso. Ele é resgatado pela garota Íris (Arco e Íris, sacaram?), que vive com seu robô babá Mikki e sente saudades dos pais, que trabalham na cidade grande e só aparecem nos finais de semana. Iris tenta ajudar Arco a voltar para casa, mas são perseguidos por um trio de irmãos atrapalhados que há anos tentam desvendar o mistério das “pessoas arco-íris”.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Crítica – Zootopia 2

 

Análise Crítica – Zootopia 2

Review – Zootopia 2
O primeiro Zootopia (2016) era uma animação bacana, mas não era um filme que eu sentia necessidade de uma continuação. Quando esse Zootopia 2 foi anunciado temi que fosse uma sequência caça-níqueis, feita de qualquer jeito para capitalizar em cima do sucesso do anterior. Felizmente não é o que acontece, ainda que de certa forma o filme repita algumas ideias do antecessor.

Mundo animal

Na trama, a posição de Judy e Nick na polícia está ameaçada depois de uma operação que dá errado por conta das ações deles. Mesmo por um fio, Judy continua a investigar uma conspiração para atingir a família Lynxley, que seriam os responsáveis pelas muralhas climáticas que permitem que os animais coexistam em Zootopia. Durante uma festa dada pelos Lynxley para anunciar a expansão de seu território, o local é atacado por uma cobra, Gary, e Judy descobre que os Lynxley guardam segredos sombrios, tentando ajudar Gary. Assim, ela e Nick são colocados como cúmplices do atentado e precisam investigar o que os Lynxley se esforçam tanto para manter em segredo.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Crítica – Dupla Perigosa

 

Análise Crítica – Dupla Perigosa

Review – Dupla Perigosa
Todo o material de divulgação de Dupla Perigosa dava a impressão de um filme de ação bem qualquer coisa, daqueles que serviços de streaming jogam no catálogo todo final de semana só pra dizer que tem coisa nova para assistir. Resolvi conferir por pura preguiça de procurar alguma coisa e acabei me surpreendendo positivamente. Não reinventa a roda, nem qualquer inovação, a trama é relativamente previsível, mas é carismático e bem executado o bastante pra divertir.

Irmãos em armas

A narrativa acompanha James (Dave Bautista) e Jonny (Jason Momoa), dois irmãos que estão há anos sem se falar e não tem uma boa relação. Quando o pai deles, que era investigador particular, morre em um suposto atropelamento, Jonny vai até o Havaí para o enterro. Lá ele desconfia que há algo mais na morte do pai e convence James a investigar a questão junto com ele. Logo eles esbarram em uma grande conspiração criminosa.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Crítica – Fallout: 2ª Temporada

 

Análise Crítica – Fallout: 2ª Temporada

Review – Fallout: 2ª Temporada
Depois de um ano de estreia bacana, Fallout retorna para sua segunda temporada com uma trama que soa mais como uma grande preparação para um conflito vindouro do que algo pensado como uma unidade autônoma. Por outro lado, a série continua entregando uma adaptação competente, que aproveita bem o universo dos games.

A guerra não muda

Depois dos eventos do primeiro ano, Lucy (Ella Purnell) e Cooper (Walton Goggins) viajam juntos em direção a New Vegas atrás do esconderijo de Hank (Kyle MacLachlan). Enquanto isso, Maximus (Aaron Moten) finalmente se torna o cavaleiro da Irmandade de Ferro que sempre sonhou, mas isso não significa que sua vida tenha necessariamente melhorado, principalmente quando o líder de sua divisão maquina um meio de assumir o controle.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Crítica – Magnum

 

Análise Crítica – Magnum

Review – Magnum
Não creio que ninguém estivesse clamando por uma série ou filme do Magnum, herói da Marvel que começou como vilão e que também teve uma carreira como ator de cinema. É o tipo de coisa que faz parecer que o estúdio está raspando o tacho em meio a um desgaste de suas produções. O resultado, no entanto, é um interessante estudo de personagem que explora a faceta do herói como ator de cinema para pensar no estado atual de Hollywood e também no desgaste recente de filmes de heróis.

Super astro

A narrativa é protagonizada por Simon Williams (Yahya Abdul Mateen), um ator que há anos tenta, sem sucesso, vencer em Hollywood. Um dia ele encontra Trevor Slattery (Ben Kingsley) em um cinema e fica sabendo que estão acontecendo testes para um remake de Magnum, um antigo filme de super-herói que ele viu quando era pequeno e que o inspirou a virar ator. Agora ele e Trevor se juntam para tentar conseguir uma escalação no filme. Só há um problema, Simon tem super poderes que ele não consegue controlar e Hollywood não permite pessoas com poderes em sets de filmagem, então ele precisa manter seus poderes sob controle e ocultos para conseguir o papel.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Crítica – Predador: Terras Selvagens

 

Análise Crítica – Predador: Terras Selvagens

Review – Predador: Terras Selvagens
Em Predador: A Caçada (2022) e Predador: Assassino de Assassinos (2025) o diretor Dan Trachtenberg parece ter encontrado a fórmula para fazer os filmes do Predador funcionarem: situar a trama em um período histórico específico e colocar os yautja para enfrentar guerreiros de diferentes épocas. Agora com Predador: Terras Selvagens o diretor tenta sacudir essa fórmula.

Caçada selvagem

A narrativa é protagonizada por Dek (Dimitrius Schuster-Koloamatangi), um jovem yautja que é considerado fraco pelo seu clã por ser menor que o padrão da raça. Seu irmão, Kwei (Mike Homik) tenta treiná-lo para que prove seu valor, mas o pai deles vê o esforço de Kwei em proteger o irmão como fraqueza e tenta matar os dois. Dek sobrevive e para provar a força ao pai e conquistar seu dispositivo de camuflagem viaja até um remoto e perigoso planeta para caçar uma criatura que dezenas de outros predadores tentaram e falharam. Chegando lá ele encontra a sintética Thia (Elle Fanning), uma androide a serviço a corporação Weyland-Yutani (sim, a mesma de Alien) que está ali em uma missão para capturar a mesma criatura. Dek decide ajudar Thia a consertar suas pernas em troca do conhecimento dela a respeito da fauna e flora hostis do lugar. Agora os dois precisam enfrentar tanto as criaturas do planeta, quanto as tropas da Weyland, que veem o yautja como uma ameaça aos planos e Thia como um fracasso a ser descartado.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Crítica – Wicked: Parte 2

 

Análise Crítica – Wicked: Parte 2

Review – Wicked: Parte 2
Depois de uma ótima primeira parte, esperava que Wicked: Parte 2 entregasse um clímax tão bacana quanto. Infelizmente isso não acontece, com a segunda parte falhando em dar a devida dimensão aos eventos que seguem a rebelião de Elphaba (Cynthia Erivo) contra o Mágico de Oz (Jeff Goldblum).

Magia enganosa

Depois dos eventos da primeira parte, Elphaba decide enfrentar o Mágico e denunciar suas mentiras para o povo de Oz. O regime do mágico, no entanto, usa toda sua capacidade de comunicação para convencer as pessoas que Elphaba quer destruir Oz e é uma inimiga do povo. Glinda (Ariana Grande) se alia ao Mágico e a Madame Morrible (Michelle Yeoh) já que eles dão tudo que ela sempre quis. Ainda assim Glinda teme por Elphaba e deseja resolver o conflito entre ela e o mágico.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Crítica – Stranger Things: 5ª Temporada

 

Análise Crítica – Stranger Things: 5ª Temporada

Review – Stranger Things: 5ª Temporada
Com intervalos entre temporadas cada vez maiores e o elenco infantil já tendo crescido para além da idade de seus personagens. A impressão é que Stranger Things perdeu parte do fôlego e do que o tornava interessante chegando nessa temporada final. Esse ano derradeiro até consegue entregar um final que respeita seus personagens e encerra seus ciclos, mas o caminho até lá não é dos melhores.

Hawkins sitiada

A narrativa retorna um ano e meio depois dos eventos da quarta temporada. Com a abertura das fendas, Hawkins foi ocupada por militares que fecharam a cidade e controlam todo o fluxo de entrada e saída. Para a população foi só um evento geológico, mas Mike (Finn Wolfhard), Onze (Millie Bobby Brown) e os demais sabem que é Vecna (Jamie Campbell Bower) que está por trás de tudo. Os militares controlam principalmente uma área com uma grande fenda para o mundo invertido, com a implacável doutora Kay (Linda Hamilton) tendo assumido a pesquisa de Brenner (Matthew Modine). Kay não só tem pesquisado o mundo invertido como também está atrás de Onze, acreditando que a garota ainda está em Hawkins. Assim, o grupo precisa tanto deter Vecna quando se manter longe dos olhos dos militares.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Crítica – Avatar: Fogo e Cinzas

 

Crítica – Avatar: Fogo e Cinzas

Review – Avatar: Fogo e Cinzas
Depois do bacana Avatar: O Caminho da Água (2022), este Avatar: Fogo e Cinzas dá a impressão de que o diretor James Cameron está se repetindo. Originalmente esses dois filmes seriam uma história só, mas Cameron preferiu dividir em dois e é visível que tudo foi pensado junto, já que esse filme traz os mesmos temas, conflitos e até situações do anterior.

Fogo selvagem

Depois dos eventos do segundo filme, Jake (Sam Worthington), Neytiri (Zoe Saldana) e o resto da sua família lidam com a perda do filho. As coisas se complicam quando o suprimento de oxigênio de Spider (Jack Champion) começam a dar problemas e Jake pensa que talvez seja melhor que o humano vá morar no esconderijo dos demais humanos que se aliaram aos Na’vi. Na viagem eles são atacados por saqueadores da tribo do fogo liderados por Varang (Oona Chaplin) e Spider fica sem oxigênio. Para que ele não morra, Kiri (Sigourney Weaver) usa sua conexão com Eywa para ajudá-lo e fungos da floresta se entranham no corpo dele, permitindo que ele respire o ar de Pandora. Isso torna Spider dos humanos no planeta, já que a autonomia das máscaras de oxigênio facilitaria a colonização. Para capturar o garoto, Quaritch (Stephen Lang) forma uma aliança com Varang e ambos se unem para encontrar o esconderijo de Jake.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Crítica – Tron: Ares

 

Análise Crítica – Tron: Ares

Review – Tron: Ares
Sempre achei a franquia Tron mal aproveitada. É um universo muito interessante, mas como os filmes sempre rendem abaixo do esperado, esse universo nunca decolou de fato. O primeiro filme, lançado em 1982, inovava com cenários e personagens completamente digitais, algo muito novo para época, mas os avanços tecnológicos fizeram um filme envelhecer mal. Uma continuação só viria quase trinta anos depois com o bacana, mas subestimado, Tron: O Legado (2010), que atualizou como esse universo computadorizado seria em um mundo ainda mais digital, mas também não teve o resultado esperado na bilheteria. Agora, quinze anos depois, temos mais um filme da franquia com este Tron: Ares, que infelizmente não fez valer o tempo de espera.

Guerreiros digitais

Na trama, a tecnologia evoluiu para ser possível trazer elementos do mundo digital para o nosso mundo. Há uma espécie de corrida tecnológica entre a Encom, empresa criada por Kevin Flynn (Jeff Bridges) e hoje chefiada por Eve Kim (Greta Lee, de Vidas Passadas e The Morning Show) e a Dillinger Systems, criada pelo rival de Flynn na época do primeiro filme e hoje liderada por Julian Dillinger (Evan Peters). As duas empresas buscam um meio de trazer permanentemente recursos digitais para o mundo real, já que qualquer elemento trazido para o nosso mundo dura apenas cerca de meia hora. Quando Eve descobre elementos para criar o “código da permanência” em meio a antigos arquivos de Kevin Flynn, Julian traz para o mundo real seu programa de segurança Ares (Jared Leto) para caçar Eve e recuperar o código. O contato com Eve, no entanto, faz Ares questionar sua programação.

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Crítica – Gen V: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – Gen V: Segunda Temporada

Review – Gen V: Segunda Temporada
A primeira temporada de Gen V foi uma grata surpresa ao manter o espírito de The Boys ao mesmo tempo em que construía uma identidade e personagens capazes de despertar nosso interesse independente das conexões com o universo da série principal. Essa segunda temporada consegue tanto mostrar as consequências da quarta temporada de The Boys quanto explorar as repercussões da temporada de estreia de Gen V.

Dando sangue

O segundo ano começa algum tempo depois da primeira temporada em que Marie (Jaz Sinclair) e os demais “Guardiões da Godolkin” foram aprisionados e considerados culpados pela tragédia que, na verdade, ajudaram a evitar. Marie conseguiu escapar e tenta reencontrar a irmã da qual foi separada desde a infância. As coisas mudam quando ela encontra Annie (Erin Moriarty), a Luz-Estrela, que se tornou a principal força de oposição ao Capitão Pátria (Antony Starr). Annie pede que Marie retorne à universidade Godolkin para investigar o misterioso Projeto Odessa, que aparentemente daria uma arma contra o Capitão Pátria. A contragosto Marie retorna e descobre que seus colegas também foram levados de volta e todos tem a imagem reabilitada pelo novo reitor Cipher (Hamish Linklater), que tem um interesse especial em Marie e em desenvolver seus poderes.

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Crítica – Pacificador: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – Pacificador: Segunda Temporada

Review – Pacificador: Segunda Temporada
A primeira temporada de Pacificador foi uma grata surpresa ao entregar um consistente estudo de personagem que equilibrava bem o drama e a comédia. Esse segundo ano segue na mesma linha, ampliando os dramas conforme eles lidam com as consequências da aventura anterior, mas decepciona no final.

Multiverso de loucuras

Mesmo depois de ter salvado o mundo na primeira temporada, Chris Smith (John Cena), o Pacificador, ainda é um pária entre os super-heróis e as forças de inteligência. Cansado disso e rejeitado em seus avanços pela agente Harcourt (Jennifer Holland) Chris se entrega ao hedonismo, até que um dia entra na câmara quântica que seu pai, Auggie (Robert Patrick), usava e descobre portas para outros universos. Um desses universos é similar ao dele, mas lá o Pacificador é visto como herói ao lado do pai e do irmão, Keith (David Denman), que está vivo nessa realidade. Ao mesmo tempo, Economos (Steve Agee) e Adebayo (Danielle Brooks) descobrem que Rick Flag Sr. se tornou o diretor da Argus depois dos eventos da primeira temporada e de Comando das Criaturas, usando a agência para monitorar Chris em busca de vingança pela morte de Flag Jr (Joel Kinnaman) em O Esquadrão Suicida (2021). Sem perspectivas e perseguido, Chris pensa em fugir para a realidade alternativa que descobriu, principalmente depois de matar acidentalmente a versão do Pacificador dessa outra Terra.

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Crítica – Marvel Zumbis

 

Análise Crítica – Marvel Zumbis

Review – Marvel Zumbis
Depois da série What If?, a próxima incursão da Marvel em séries animadas é este Marvel Zumbis que não só continua a partir do episódio dos zumbis em What If? como pega inspiração nos quadrinhos Zumbis Marvel embora guie sua história por caminhos diferentes. Com apenas quatro episódios, a minissérie animada é concisa e acerta em algumas coisas que os filmes da Marvel tem deixado a desejar.

Mundo dos mortos

A trama foca em um grupo de heróis sobreviventes em um mundo tomado por zumbis, inclusive a maioria dos heróis. Kamala Khan (Iman Vellani), Riri Williams (Dominique Thorne) e Kate Bishop (Hailee Steinfeld) tentam como podem sobreviver no apocalipse. A sorte do trio muda quando encontram um transmissor espacial capaz de chamar a Tropa Nova, que poderia ajudar a exterminar a praga de zumbis, mas para isso precisariam levar o transmissor para fora da atmosfera. Agora elas tentam encontrar alguma antiga base da SHIELD que tenha o equipamento necessário.

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Drops – Elio

 

Crítica – Elio

Review – Elio
Nova animação da Pixar, Elio teve uma produção conturbada, com substituição de diretor, saída de elenco e alterações na proposta do filme. É algo que lembra O Bom Dinossauro (2015) que também teve problemas na produção e, tal como Elio, quando finalmente estreou o resultado não impressionou, embora não seja exatamente ruim.

Solidão cósmica

A narrativa gira em torno de Elio, um garoto que perde os pais e vai morar com a tia, Olga, em uma base militar que monitora o espaço sideral. Lá ele se torna fascinado com a ideia de que possa existir vida em outros planetas, desejando ser abduzido por alienígenas. Esse desejo provavelmente vem do seu sentimento de solidão depois da morte dos pais e Elio acaba conseguindo exatamente o que deseja quando sua tia decifra uma mensagem alienígena e Elio é levado, confundido como o líder da Terra. No espaço ele é recebido pelos embaixadores do comuniverso, uma espécie de ONU galáctica. Para ser aceito, Elio precisa provar seu valor e se dispõe a resolver um conflito diplomático com o agressivo Lord Grigon, que não partilha dos ideais pacifistas do grupo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Crítica – Wandinha: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – Wandinha: Segunda Temporada

Review – Wandinha: Segunda Temporada
A primeira temporada de Wandinha sofria por sacrificar muito do que torna a personagem (e toda a família Addams) singular em prol de uma trama adolescente excessivamente aderente aos clichês desse tipo de história. Essa segunda temporada prometia evitar esses lugares comuns e ser mais fiel ao espírito da personagem. Tendo assistido a temporada completa é possível ver um vislumbre disso, mas a verdade é que ainda soa como uma série adolescente genérica vestindo a aparência do universo dos Addams.

Visões sinistras

A trama começa com Wandinha (Jenna Ortega) tendo uma visão de eventos catastróficos acontecendo na sua escola que culminariam na morte de sua amiga Enid (Emma Myers). Diante disso, a jovem Addams decide investigar o que suas visões significam ao mesmo tempo que lida com mudanças na escola, como a chegada do irmão Feioso (Isaac Ordonez) para estudar lá e o novo diretor, Dort (Steve Buscemi), que parece ter seus próprios interesses com o local.

terça-feira, 9 de setembro de 2025

Crítica – F1: O Filme

 

Análise Crítica – F1: O Filme

Review – F1: O Filme
Não acompanho automobilismo, então uma produção como F1: O Filme não é algo que imediatamente desperta meu interesse. Fui assistir sem esperar muita coisa e me surpreendi com o quanto ele executa bem sua narrativa ainda que seja bastante previsível e faça pouco para de distanciar de elementos familiares desse tipo de história.

Correr para viver

A trama é focada em Sonny (Brad Pitt), um piloto cujo auge já passou há décadas. Ele teve sua chance na Fórmula 1, mas perdeu tudo depois de um acidente. Agora ele vaga pelos Estados Unidos atrás de corridas que o desafiem para reencontrar seu amor pelo esporte. Uma oportunidade de retornar à F1 chega quando Ruben (Javier Bardem), que foi piloto na mesma época de Sonny, o chama para correr pela equipe que agora é dono. Ruben está endividado e em três anos sua equipe não marcou um ponto sequer, o que significa que seu conselho diretor pode forçá-lo a vender a equipe. Ele pede Sonny ajuda para manter a equipe de pé e ser mentor de seu jovem piloto, Joshua (Damson Idris). Por consideração a Ruben, Sonny aceita o desafio.

terça-feira, 19 de agosto de 2025

Crítica – Jurassic World: Recomeço

 

Análise Crítica – Jurassic World: Recomeço

Review – Jurassic World: Recomeço
Depois do pavoroso Jurassic World: Domínio (2022), a franquia parecia não ter mais onde ir com aqueles personagens. Talvez por isso que resolveram fazer esse Jurassic World: Recomeço como uma espécie de soft reboot, mantendo o universo e a cronologia, mas trazendo novos personagens. Podia ser um meio de trazer frescor a essa desgastada série de filmes, ainda mais com Gareth Edwards, responsável por Rogue One: Uma História Star Wars (2016). Infelizmente não é o que acontece e a produção não consegue afastar o gosto de janta velha requentada.

Narrativa jurássica

A trama é focada na mercenária Zora (Scarlett Johansson), contratada pelo executivo de uma empresa farmacêutica, Martin Krebs (Rupert Friend), para liderar uma missão a territórios próximos da linha do Equador que agora são habitados por dinossauros. O objetivo é recuperar amostras de sangue de três grandes dinossauros ainda vivos para que elas sejam usadas em pesquisas para problemas cardíacos. A extração do material é tarefa do paleontólogo Henry Loomis (Jonathan Bailey, de Wicked). No percurso eles encontram uma família liderada por Reuben (Manuel Garcia-Rulfo, de O Poder e a Lei), que estava viajando de barco com as duas filhas quando a embarcação foi atacada por um dinossauro aquático. Com essa tripulação inesperada à bordo, o grupo liderado por Zora precisa chegar na ilha e sobreviver aos dinossauros do local, inclusive os bizarros experimentos que ficaram ocultos na ilha.