Mostrando postagens com marcador Crítica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Crítica. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Crítica – Não Deseje Boa Sorte

 

Análise Crítica – Não Deseje Boa Sorte

Review – Não Deseje Boa Sorte
Depois que Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá (2023) mostrou que a filha caçula do Adam Sandler conseguia segurar um longa como protagonista, a Happy Madison, produtora de Sandler, a coloca a frente de mais um filme neste Não Deseje Boa Sorte, que vai mais para o drama do que para a comédia.

Amadurecimento forçado

A narrativa é protagonizada por Sophie (Sunny Sandler) que tenta entrar para o elenco do musical da escola e se surpreende ao conseguir o papel de protagonista. Enquanto lida com o senso de inadequação ao não se sentir boa o suficiente para ser a principal, Sophie acidentalmente descobre que sua mãe, Elizabeth (Melanie Lynskey), está com um câncer severo. Agora a garota precisa lidar com as pressões do colégio e a perspectiva de perder a mãe.

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Crítica – Não Existe Almoço Grátis

 

Análise Crítica – Não Existe Almoço Grátis

Review – Não Existe Almoço Grátis
Acompanhando o funcionamento da cozinha solidária do MTST, o documentário Não Existe Almoço Grátis narra as histórias das mulheres responsáveis por ela e também pelo modo como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto constrói um senso de cooperação e coletividade com seus membros.

Alimentação coletiva

O documentário foca em três mulheres responsáveis pela cozinha solidária do MTST na periferia de Brasília: Socorro, Jurailde e Bizza. Acompanhamos o cotidiano delas na cozinha enquanto se preparam para servir um número grande de pessoas no dia da posse de Lula em janeiro de 2023. Somado ao cotidiano na cozinha e da preparação para o evento, o documentário conta as histórias pessoais dessas mulheres e também das tensões em Brasília por conta de movimentos golpistas que não aceitavam o resultado das eleições de 2022.

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Crítica – Pressão

 

Análise Crítica – Pressão

Review – Pressão
Inúmeras histórias reais sobre a Segunda Guerra Mundial já foram contadas. Talvez pela vastidão de histórias contadas, algumas soam menos interessantes. Esse é o caso de Pressão, que acompanha os meteorologistas responsáveis por fazer a previsão do tempo para o Dia D e contribuíram para o sucesso da invasão da Normandia.

Tempo fechado

A narrativa conta a história real do britânico James Stagg (Andrew Scott), meteorologista convocado para ajudar os aliados a planejar o ataque do Dia D. Faltando três dias para o ataque, Stagg crê que o dia previsto será de tempestade, mas o meteorologista do exército dos Estados Unidos, Irving Krick (Chris Messina), crê que será de tempo aberto. Com o tempo contra eles, o general Eisenhower (Brendan Fraser) os pressiona a ter certeza.

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Crítica – Na Zona Cinzenta

 

Análise Crítica – Na Zona Cinzenta

Review – Na Zona Cinzenta
Impressionante como o diretor Guy Richie parece ter esquecido o que tornava seus filmes interessantes. Produções como Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (1998) ou Snatch: Porcos e Diamantes (2000) eram repletos de personagens, de espaços e figuras pitorescas, cuja excentricidade fazia tudo parecer descolado. Este Na Zona Cinzenta é o inverso, ele tenta ser descolado sem exibir qualquer senso de personalidade.

Dinheiro sujo

A figura central da trama é Rachel Wild (Eiza Gonzalez), uma advogada especializada em recuperar dinheiro para grandes bancos e empresas, operando tanto dentro quanto fora da legalidade (daí o título do filme). Ela é contratada por um banco para reaver uma grande quantia que sumiu nas mãos de um bilionário espanhol, Manny Salazar (Carlos Bardem). Para isso ela emprega os mercenários Sid (Henry Cavill) e Bronco (Jake Gyllenhaal) para sabotarem as operações de Salazar enquanto usa a lei para congelar as finanças dele.

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Crítica – O Convite (2026)

 

Análise Crítica – O Convite (2026)

Review – O Convite (2026)
A atriz Olivia Wilde teve uma estreia promissora como diretora no bacana Fora de Série (2019), mas decepcionou em seu filme seguinte com o fraco Não Se Preocupe, Querida (2022). Agora ela chega em seu terceiro longa neste O Convite e entrega o que pode ser o seu melhor trabalho atrás das câmeras.

Cenas de um casamento

O casamento de Angela (Olivia Wilde) e Joe (Seth Rogen, que trabalhou com Wilde na série O Estúdio) está por um fio. Eles mal conversam, não fazem sexo, discutem constantemente e tudo na relação deles soa protocolar. Um dia Joe chega do trabalho e descobre que Angela convidou os vizinhos de cima para um jantar para agradecer a paciência deles com o barulho da reforma. Joe não está disposto a receber ninguém, mas pensa que pode ser uma oportunidade de questionar os vizinhos pelo barulho constante à noite do que parecem ser longas sessões de sexo. Quando o casal vizinho Pina (Penelope Cruz) e Hawk (Edward Norton) chega eles encontram um clima constrangedor já que Angela e Joe estavam no meio de uma briga. Ainda assim tentam seguir com a noite que se desdobra em constrangimentos e tensões conforme os dois casais passam a se conhecer melhor.

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Crítica – Predators

 

Análise Crítica – Predators

Review  – Predators
No início dos anos 2000 o jornalista Chris Hansen ficou famoso com o programa To Catch a Predator. Nele, atores se passavam por adolescentes e entravam online para conversar com pessoas reais que se interessariam por ter contato sexual com menores de idade, marcavam encontros com essas pessoas que eram então surpreendidas por Hansen, que apresentava o histórico das conversas e trazia a polícia para prender os sujeitos. Ao mesmo tempo em que o programa chamou atenção para os perigos de deixar menores soltos na internet, o programa também é questionado por seus métodos e como busca mais sensacionalismo do que transformação. O documentário Predators, que chegou no Brasil via Paramount+, vai justamente questionar o legado do programa

Investigação espetacularizada

O filme abre com cenas de um dos programas de Hansen, com câmera dividida mostrando a atriz recebendo o investigado numa casa vazia, já seus pais estariam viajando, enquanto outras câmeras mostram Hansen se preparando em outro cômodo e a polícia esperando do lado de fora. Quando Hansen entra em cena, é visível que o interesse não é questionar ou ouvir o investigado, é desmoralizar o sujeito. O investigado tenta ir embora e assim que sai da casa é cercado por dezenas de policiais.

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Crítica – Jackass: O Último é o Melhor

 

Análise Crítica – Jackass: O Último é o Melhor

Review – Jackass: O Último é o Melhor
Há quase três décadas a trupe liderada por Johnny Knoxville testa os limites de seus corpos e do bom gosto na televisão e no cinema com Jackass. Agora próximo aos sessenta anos e sentindo o peso dos vários danos ao seu corpo, Knoxville apresenta esse Jackass: O Último é o Melhor como a derradeira obra do grupo, embora venha dizendo isso faz uns dois ou três filmes.

Tempo perdido

Embora venha há tempos dizendo que seu próximo trabalho será o último, aqui o tom é mais de desfecho que qualquer outro Jackass. O filme apresenta vários momentos de introspecção de Knoxville e sua trupe na qual ponderam sobre o percurso até aqui, as maluquices que fizeram e todo o dano que já sofreram. São momentos que oferecem respiros ao caos e escatologia típicos do grupo e permitem lançar outra luz sobre eles, na qual eles conversam sobre envelhecimento, os limites do corpo e até o próprio legado. Esses momentos poderiam ser o principal elemento do filme, mas não são aproveitados como deveriam, com a câmera rapidamente cortando quando alguém se emociona ou não dando muito espaço para algumas questões que são abordadas de maneira muito passageira, como o falecimento de Ryan Dunn ou os problemas que alguns membros do grupo, como Steve-O tiveram ao longo dos anos.

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Crítica – Soulm8te

 

Análise Crítica – Soulm8te


Review – Soulm8te
Quando escrevi sobre Submissão (2024) mencionei que era basicamente M3gan (2022), mas com uma robô sexual ao invés de uma robô criança. Aparentemente os produtores da franquia M3gan se deram conta da oportunidade e criaram Soulm8te, um derivado que é justamente a história de uma “robô acompanhante” que, como Megan, sai matando pessoas.

Amores artificiais

A narrativa é protagonizada por David (David Rysdahl) um programador viúvo e solitário que passa seus dias trabalhando e conversando com sua assistente virtual. Quando sua empresa se prepara para lançar uma “robô acompanhante” que usaria os dados das assistentes virtuais para moldar suas personalidades, David resolve testar a nova criação. Ele recebe em casa o protótipo que nomeia como Sara (Lily Sullivan), mas se frustra com o quão limitada e pouco espontânea é sua personalidade. Ele decide mexer na programação dela para tirar certos limitadores e fazê-la parecer mais humana. Obviamente a mudança deixa Sara livre para fazer o que bem entende e rejeitar a programação, criando problemas.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Crítica – Psycho Killer: Em Busca do Assassino

 

Análise Crítica – Psycho Killer: Em Busca do Assassino

Review – Psycho Killer: Em Busca do Assassino
Em alguns momentos me surpreendo com a capacidade de alguns filmes em serem ruins. Psycho Killer: Em Busca do Assassino é uma típica história de serial killer e de uma policial no seu encalço. É uma fórmula consolidada. A essa altura todo mundo tem alguma ideia do que faz uma história dessas funcionar e ainda assim esse filme falha em absolutamente tudo que tenta.

Assassino em fuga

A trama é protagonizada pela policial Jane (Georgina Campbell, do bacana Noites Brutais) que sai no encalço do assassino Slasher (James Preston Rogers) depois que ele mata seu marido, que também é policial. É um fiapo de roteiro que deveria servir para justificar perseguições e mortes, mas nem isso é bem executado.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Crítica – Minhas Aventuras com o Superman: Terceira Temporada

 

Análise Crítica – Minhas Aventuras com o Superman: Terceira Temporada

Review – Minhas Aventuras com o Superman: Terceira Temporada
Dois anos depois da segunda temporada, Minhas Aventuras com o Superman finalmente ganha uma terceira temporada. Considerando que a segunda temporada saiu no ano seguinte à primeira, a expectativa era de manter o ritmo. Ao menos a espera valeu à pena e esse terceiro ano entrega uma releitura interessante do arco da morte e retorno do Superman.

Reino dos Supermen

Depois da crise com Brainiac, Clark e Kara agora trabalham juntos como heróis. Com a população do seu lado, Clark começa a pensar em seu futuro com Lois, mas a perspectiva de casar faz a jornalista pensar sobre os planos que tinha para o futuro e para sua carreira. Enquanto isso, Lex pensa em novas maneiras de fazer o público temer o Superman. Sua ideia é criar seu próprio herói e para isso recorre ao militar Hank Henshaw que foi gravemente ferido no confronto com Brainiac. Luthor transforma Henshaw em um Superman ciborgue, mas tem dificuldade de mantê-lo sob controle.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Crítica – X-Men 97: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – X-Men 97: Segunda Temporada

Review – X-Men 97: Segunda Temporada
Depois de uma excelente primeira temporada que entregava a melhor produção audiovisual dos X-Men em décadas, X-Men 97 retorna para seu segundo ano depois de algumas controvérsias envolvendo o showrunner Beau DeMayo e sua eventual demissão, com esse segundo ano ainda sendo parte dos episódios que DeMayo planejou e deixou escritos. A nova temporada divide a equipe e foca no vilão Apocalipse, mas o resultado não tem a mesma força que o ano anterior.

Heróis através do tempo

No final da primeira temporada uma parte da equipe, como Magneto, Xavier e Fera foram parar no antigo Egito onde conheceram En Sabah Nur, o mutante que viraria Apocalipse. Outra parte da equipe, como Ciclope e Jean, vão parar num futuro em que que Apocalipse controla tudo, com os heróis tendo que preparar um jovem Cable para liderar a resistência contra ele. Enquanto isso, no presente dos anos 90, Bishop e Forge tentam trazer de volta as duas equipes e um já adulto Cable recruta mutantes para dar cabo dos cavaleiros de Apocalipse.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Crítica – O Fim da Rua

Análise Crítica – O Fim da Rua

Review – O Fim da Rua
É curioso como em Hollywood muitas vezes ideias parecidas surgem ao mesmo tempo. Não faz nem uma semana que chegou na Netflix o suspense A Última Casa, que fala de uma família tendo seu cotidiano interrompido quando uma estranha crise os ameaça e ficam presos em casa. Agora chega aos cinemas O Fim da Rua, também sobre uma família lidando com uma ameaça estranha que transporta o seu bairro para um local estranho e agora precisam se proteger em casa. Ambos partem de elementos similares, mas os desenvolvem de maneira diferente embora nenhum dos dois seja particularmente bom.

Mundo perdido

A narrativa começa na década de 80 com a família de Greg (Ewan McGregor) e Denise (Anne Hathaway). O casamento deles está em crise e os filhos Audrey (Maisy Stella) e Brian (Christian Convery, de Sweet Tooth) notam que o fim pode ser eminente. Um dia, durante uma forte chuva, o bairro em que moram é tomado por uma estranha luz e na manhã seguinte eles descobrem que o bairro está no meio de uma floresta pré-histórica, tomada por dinossauros. Agora a família precisa encontrar um meio de sobreviver.

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Crítica – Sugar: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – Sugar: Segunda Temporada

Review – Sugar: Segunda Temporada
A primeira temporada de Sugar começa como um interessante noir contemporâneo acompanhando o detetive cinéfilo John Sugar em casos de pessoas desaparecidas em Los Angeles. Uma reviravolta no meio da temporada, no entanto, muda a série ao revelar que ele é um alienígena e que a presença dele e de seu povo foi descoberta. A mudança causou reações polarizadas, mas, geral, gosto da primeira temporada e fiquei curioso como esse segundo ano ia abordar as consequências dessa guinada.

Cidade dos anjos e demônios

A temporada começa aparentemente resolvendo rapidamente o gancho do primeiro em que Sugar (Colin Ferrell) descobria que sua irmã estava viva. Digo aparentemente porque é muito óbvio que é um despiste, mas o que incomoda mesmo é que isso meio que retorna o personagem ao seu status quo de atuar como detetive em casos de desaparecimento. Dessa vez o detetive é incumbido de ajudar o boxeador Danny Moon (Jin Ha) a encontrar seu irmão desaparecido, Danny (Raymond Lee).

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Crítica – A Última Casa

 

Análise Crítica – A Última Casa

Review – A Última Casa
Mesmo depois de quase seis anos do início da pandemia, ainda sentimos os impactos daquele período por conta do confinamento e dos temores constantes de uma ameaça que não vemos e não compreendemos exatamente. A Última Casa dialoga um pouco com esses sentimentos, mas leva sua premissa a direções pouco interessantes.

Confinamento familiar

A narrativa acompanha a família de Jason (Wagner Moura) e Ann (Greta Lee). Uma estranha chuva cria uma barreira ao redor das casas e as pessoas ficam presas dentro de suas residências sem conseguir sair e sem qualquer contato com o mundo, já que sinais de tv, rádio ou internet deixam de funcionar. Agora o casal precisa pensar em como gerenciar os recursos que tem, lidando com o confinamento e os dois filhos.

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Crítica – A Morte do Demônio: Em Chamas

 

Análise Crítica – A Morte do Demônio: Em Chamas

Review – A Morte do Demônio: Em Chamas
Eu tenho expectativas muito delineadas na minha mente sempre que vou assistir um novo A Morte do Demônio. Espero um uso abundante e criativo de gore e certo senso de humor sombrio, embora não sejam exatamente primores narrativos. A Morte do Demônio: Em Chamas entrega exatamente o que eu esperava. É uma produção que sabe o público que tem e dialoga com esse público.

Sombras do trauma

A trama é centrada em Alice (Souheila Yacoub). Depois que seu marido, Will (George Pullar), morre em um acidente de carro com contornos sobrenaturais, ela vai para a remota casa dos sogros para o funeral. O clima é tenso, já que Will a agredia e a os pais dele, em especial a mãe, Susan (Tandi Wright), tomavam partido dele. As coisas se complicam durante a cerimônia fúnebre na qual Edgar (Erroll Shand), o pai de Will, é infectado por algo demoníaco no corpo do filho. Aos poucos Edgar começa a agir de maneira agressiva e isso começa a afetar o resto da família e Alice precisa encontrar um jeito de sobreviver a isso.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Crítica – Homem-Aranha: Um Novo Dia

 

Análise Crítica – Homem-Aranha: Um Novo Dia

Review – Homem-Aranha: Um Novo Dia
Depois que Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021) inseriu o amigão da vizinhança em uma aventura cósmica e de grande escopo seguindo um filme que levava o personagem para um confronto internacional em Homem-Aranha:Longe de Casa (2019), fiquei preocupado que a Marvel tinha perdido de vista que a principal força do Homem-Aranha é a conexão dele com a cidade e com cidadão comum, tanto no escopo de suas aventuras, quanto nos conflitos pessoais de Peter Parker, mais preocupado em sobreviver a seu cotidiano do que com presepadas de multiverso ou ameaças interdimensionais. Pois Homem-Aranha: Um Novo Dia entende isso e traz o herói de volta ao básico.

Aranha solitária

Quatro anos se passaram desde que Peter Parker (Tom Holland) fez o mundo se esquecer dele. Sem sua tia May (Marisa Tomei) e seus amigos, Peter foca no seu trabalho como Homem-Aranha, passando a ser reconhecido como herói pela cidade. As coisas se complicam quando Ned (Jacob Batalon) e MJ (Zendaya) voltam a morar em Nova Iorque e Peter vê a chance de retomar a relação com eles. Ao mesmo tempo uma nova ameaça surge conforme pessoas sofrendo com controle mental passam a atacar instalações da Controle de Danos.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Crítica – Batman, Cruzado Encapuzado: Segunda Temporada

 

Análise Crítica – Batman, Cruzado Encapuzado: Segunda Temporada

Review – Batman, Cruzado Encapuzado: Segunda Temporada
Depois de uma competente primeira temporada, o segundo ano de Batman: Cruzado Encapuzado mostra o que acontece em Gotham depois que a máfia começa a perder força e outros tipos de criminosos começam a surgir. A temporada também continua a focar em elementos da Era de Ouro da DC, explorando alguns personagens menos conhecidos.

O caos é uma escada

Com a prisão do mafioso Rupert Thorne parece que o Batman e a polícia lidaram com a ameaça da máfia, mas o vácuo de poder não dura muito, com o Charada, um dos principais tenentes de Thorne assumindo o controle do crime organizado de maneira ainda mais cruel. Enquanto isso, outros vilões estranhos começam a surgir e às sombras uma figura fica à espreita, eliminando criminosos com um veneno que os faz rir até morrer.

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Crítica – Elize: Sombras de Uma Mulher

 

Análise Crítica – Elize: Sombras de Uma Mulher

Review – Elize: Sombras de Uma Mulher
Ocorrido em 2012, o assassinato cometido por Elize Matsunaga chocou o país por ela ter matado o marido, herdeiro da empresa Yoki, esquartejado o corpo e desovado os pedaços no mato. Na última década inúmeras produções foram feitas sobre o crime, desde episódios de séries dedicadas a crimes reais, passando por longas documentais, mas até agora não tinha sido feito um longa ficcional. A questão que vinha à mente ao me aproximar deste Elize: Sombras de Uma Mulher é se ainda há algo a acrescentar a essa história e se o longa faria isso. Depois de ver o filme a impressão é de que não.

Inimigo íntimo

A trama segue Elize (Lorena Comparato) a partir do momento em que ela conhece Marcos (Henrique Kimura) quando trabalhava como prostituta até o momento da prisão dela pelo assassinato. O principal problema do filme é o quanto os personagens são construídos de maneira superficial. Desde a primeira cena do filme em que vemos Marcos e Elize num quarto o filme já deixa claro o quanto Marcos é escroto com ela e a vê como objeto e isso é basicamente o personagem inteiro. Não que seja um retrato equivocado, por tudo que já foi divulgado do caso ele provavelmente era um babaca mesmo, mas se a ideia é entender o que levou ao crime fazer dele uma figura unidimensional não ajuda a uma maior compreensão.

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Crítica – Prazer Máximo Garantido

 

Análise Crítica – Prazer Máximo Garantido

Review – Prazer Máximo Garantido
Fui assistir a série Prazer Máximo Garantido pela Tatiana Maslany e acabei ficando pela mistura envolvente entre suspense e comédia que a série faz, misturando uma trama de conspiração com o cotidiano de uma mãe divorciada. Nem todos os seus elementos, no entanto, são bem amarrados e a série produzida pela AppleTV tem sua parcela de problemas.

Ponto de ebulição

Paula (Tatiana Maslany) é uma mulher divorciada em meio a uma batalha pela custódia da filha com o ex-marido, Karl (Jake Johnson). Ela mantem uma relação com o camboy Trevor (Brandon Flynn), mas durante uma das sessões ela vê Trevor ser agredido e sequestrado. Paula entra em contato com a polícia e a detetive Gonzalez (Dolly de Leon) avisa que é provavelmente um esquema para tirar dinheiro dela. Logo Paula começa a receber ligações de Trevor, dizendo que está devendo dinheiro e que precisa da ajuda de Paula. Ela ignora, mas conforme as ligações começam a atrapalhar seu cotidiano, decide ir tirar satisfação com Trevor. Depois de descobrir onde ele mora, Paula chega no apartamento do camboy para encontrá-lo morto, entrando acidentalmente em uma perigosa conspiração.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Crítica – Confie em Mim: O Falso Profeta

 

Análise Crítica – Confie em Mim: O Falso Profeta

Review – Confie em Mim: O Falso Profeta
Se documentários true crime já viraram um gênero por si só, documentários true crime sobre seitas são um subgênero constante em catálogos de streaming. Produzida pela Netflix, a série Confie em Mim: O Falso Profeta é o mais novo exemplar desse formato.

Pela bandeira do paraíso

A narrativa é contada por Christine Marie, psicóloga especializada em seitas que se mudou para uma cidade na fronteira entre Utah com o Arizona depois da prisão de Warren Jeffs, líder de uma seita mórmon fundamentalista. Christine e o marido, o cineasta Tolga Katas, se mudam para a cidade para ajudar as famílias enredadas na seita, aproveitando o vácuo de poder deixado pela prisão de Jeffs. O que eles não contavam era a rápida ascensão de um novo líder e autoproclamado profeta em Samuel Bateman, que logo continuou as crenças fundamentalistas de Jeff de casamento plural, incluindo com meninas menores de idade, e uma série de outras condutas abusivas. Christine e o marido conseguem se aproximar de Samuel e usam a ideia de fazer um documentário sobre ele para registrar provas que enviam para as autoridades.