quarta-feira, 1 de julho de 2026

Crítica – Rio de Sangue

 

Análise Crítica – Rio de Sangue

Review – Rio de Sangue
O cinema brasileiro já desenvolveu uma produção constante de determinados gêneros, como a comédia ou os filmes biográficos. Outros gêneros, como o terror ou o suspense tem uma produção inconstante. Este Rio de Sangue é um thriller que também tenta comentar sobre questões ecológicas, ainda que nem sempre seja bem sucedido.

Vil metal

A trama segue Patrícia (Giovanna Antonelli), uma policial civil que mata o irmão de um chefão do crime organizado durante um tiroteio. Temendo retaliação, seus companheiros sugerem que ela desapareça por um tempo e Patrícia viaja ao Pará para visitar a filha, Luiza (Alice Wegmann), que atua como médica em comunidades indígenas. Durante uma visita a uma comunidade afetada pelo garimpo ilegal da região, a aldeia é atacada por garimpeiros que matam uma garota indígena. Um dos jagunços dos garimpeiros é feridos por flechas e Luiza é levada para tratar o rapaz, que é filho do líder do garimpo, Polaco (Antonio Calloni). Agora Patrícia precisa entrar no território indígena sozinha, sem apoio das autoridades, para resgatar a filha.