Nas últimas décadas Hollywood
tratou múmias mais como monstros de filmes de ação como na trilogia estrelada
por Brendan Fraser ou na malfadada tentativa de iniciar um universo
compartilhado no
A Múmia (2017) protagonizado pelo Tom Cruise. Este
A Maldição da Múmia tenta retornar a
criatura ao cinema de horror, mas infelizmente não faz um bom trabalho com
isso.
Maldição familiar
A narrativa acompanha Charlie
(Jack Reynor), um correspondente internacional morando no Cairo. Um dia sua
filha mais velha, Katie, é sequestrada no quintal da casa em que moravam no
Egito. Ele e a esposa, Larissa (Laia Costa, de Intimidade Forçada), entram em contato com as autoridades locais,
mas eles não conseguem localizá-la. Oito anos se passam, Charlie e Larissa reconstruíram
a vida nos Estados Unidos quando recebem uma ligação da embaixada dos EUA no
Egito, Katie (Natalie Grace), foi encontrada. Ela estava dentro de um sarcófago
encontrado em um avião que caiu e as autoridades desconfiam que ela estava
sendo vítima de tráfico de pessoas. Os médicos julgam que ela está sofrendo de
estresse pós traumático, já que não fala, sofre espasmos e não reage a
estímulos. Acreditando que a família pode restaurar Katie, os pais a levam de
volta aos Estados Unidos, mas lá fenômenos estranhos começam a acontecer.