O marido de Marc (Dan Levy) morre depois que seu taxi colide com um motorista bêbado saindo de uma festa de Natal. Um ano depois, Marc ainda sofre com a perda de Oliver (Luke Evans) e finalmente resolve abrir o cartão de Natal que o marido lhe deixou. Lá Marc descobre que Oliver tinha contado que conheceu outra pessoa e investigando o espólio do marido se dá conta que ele tinha alugado um apartamento em Paris e que havia outra pessoa com ele. Marc então decide ir a Paris acompanhado dos amigos Thomas (Himesh Patel) e Sophie (Ruth Negga).
sexta-feira, 12 de janeiro de 2024
Drops – Do Outro Lado da Dor
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2024
Crítica – Eco
A trama segue Maya Lopez (Alaqua Cox) depois dos eventos da série do Gavião Arqueiro em que baleou o Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio). Maya retorna para sua cidade natal em Oklahoma para se reconectar com a família da qual foi alienada por Fisk. Maya, no entanto, está com a cabeça a prêmio depois do atentado. Isso e o fato de Fisk ter sobrevivido colocam ela e sua família em perigo.
Para quem não viu Gavião Arqueiro, o primeiro episódio da série serve para introduzir novamente Maya, explorando sua tragédia pessoal com a morte do pai, a relação de mentor que ela construiu com Fisk e sua eventual descoberta do que aconteceu com pai. Não é meramente uma recapitulação, já que traz momentos que ampliam nosso conhecimento da personagem e a inserem num contexto maior da cronologia do universo Marvel, incluindo uma luta contra o Demolidor. Apesar disso, o início não afasta a impressão de que seu conteúdo é relativamente redundante e faz a trama principal demorar a engrenar.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2024
Rapsódias Revisitadas – Sindicato de Ladrões
A trama acompanha Terry (Marlon Brando), um ex-boxeador que passou a trabalhar para os mafiosos que controlam o sindicato dos portuários em New Jersey. Quando uma pessoa próxima a Terry é morta por falar contra esses corruptos líderes sindicais e Terry se aproxima da irmã do morto, o ex-boxeador começa a se questionar se proteger esses mafiosos é mesmo a melhor escolha. A narrativa é levemente baseada na história real de um portuário que tentou derrubar o sindicato corrupto de onde trabalhava, mas se na vida real ele fracassou, na ficção Kazan tece uma trama que nos lembra da força que os trabalhadores tem quando se unem, mesmo que seja contra suas supostas lideranças.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
terça-feira, 9 de janeiro de 2024
Crítica – Os Rejeitados
Detestado pelos alunos e sem mais ninguém pela escola, Hunham acaba se aproximando de Tully (Dominic Sessa), aluno problemático que basicamente foi largado na escola pela mãe que resolveu sair em lua de mel com o novo marido. Aos dois se junta a cozinheira Mary (Da’Vine Joy Randolph), que está passando pelo luto da perda do filho, falecido no Vietnã. São pessoas que se sentem isoladas do mundo, desamparadas e sem rumo por um motivo ou outro. Sem pressa e com um ritmo bem deliberado vamos aprendendo sobre esses personagens conforme eles passam tempo juntos e se abrem uns com os outros.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2024
Crítica – Dave The Diver
O jogador controla Dave, um mergulhador profissional que é chamado por amigos para investigar uma estranha fenda oceânica que parece se modificar a cada dia e traz peixes de diferentes partes do mundo. Além de tentar descobrir o mistério do local, Dave também ajuda o chef Bancho com seu restaurante japonês, pegando peixes para que ele faça pratos cada vez mais elaborados e lucrativos.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2024
Crítica – Maestro
A narrativa segue Bernstein (Bradley Cooper) da juventude, quando rege a Filarmônica de Nova Iorque pela primeira vez, até seus últimos. O filme foca tanto no trabalho musical de Bernstein quanto na relação dele com o a esposa, Felicia (Carey Mulligan). O problema é que a trama parece não ter muito a dizer sobre o maestro além do fato dele ser genial e dele ser bissexual, sem, no entanto, explorar esses dois elementos.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quinta-feira, 4 de janeiro de 2024
Crítica – What If...?: Segunda Temporada
Como na primeira temporada, a série acerta ao situar suas tramas em diferentes gêneros. O primeiro episódio protagonizado pela Nebulosa é bem tributário ao film noir, remetendo a produções como O Falcão Maltês (1940) ou o noir futurista de Blade Runner (1982). O episódio de Peter Quill invadindo a Terra remete a filmes de monstro e aquele que traz Happy preso na torre dos Vingadores com um bando de criminosos é claramente feito para remeter a Duro de Matar (1988).
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2024
Crítica – O Melhor Está Por Vir
A trama segue o diretor Giovanni (Nanni Moretti) que está prestes a começar a produção sobre um filme a respeito do Partido Comunista Italiano na década de 1950 e como eles reagiram à invasão soviética a Hungria. Ao mesmo tempo, ele tem problemas em casa por conta da decisão de sua esposa, Paola (Margherita Buy), de produzir um outro filme além do dele. O outro filme produzido por Paola é um filme de máfia bem típico, o que incomoda Giovanni e vai criando conflitos entre eles.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
terça-feira, 2 de janeiro de 2024
Crítica – Wish: O Poder dos Desejos
A trama é focada em Asha, uma jovem que deseja se tornar aprendiz do rei Magnifico, um monarca que trouxe paz e prosperidade ao reino com seu poder de extrair e guardar os desejos de seus cidadãos, realizando-os periodicamente. Quando Asha descobre que o rei usa os desejos como forma de controlar a população ao invés de inspirá-la, ela decide devolver os desejos ao povo. A jovem faz um pedido para uma estrela e ela ganha vida. Agora, com a ajuda da estrela e seus poderes mágicos, ela decide enfrentar o rei.
É uma trama típica da Disney, com animais falantes e números musicais que nos lembra da importância de sonhar e perseguir os próprios desejos. Não tem nada aqui que quebre o molde do estúdio, mas não chega a ser um grande problema já que a produção tem carisma e encantamento o suficiente para nos manter interessados. Os números musicais são vibrantes e alguns deles, como o que envolve galinhas dançantes, remetem aos mosaicos das coreografias de Busby Berkeley. Não tem nenhuma música que soe com o impacto de hit instantâneo algo como Dos Oruguitas ou Não Falamos do Bruno de Encanto (2021), mas são canções carismáticas que entregam o que se espera.
Muito da graça do filme vem de como a trama costura referências aos vários filmes da Disney ao longo do último século, da silhueta da Malévola que aparece no livro de magia sombria do rei, passando pelo fato de que os amigos de Asha se vestem como os sete anões, que o manto que a protagonista usa remete ao da fada madrinha de Cinderela (1950) ou o vilão basicamente se tornar ao final no espelho da Rainha Má de Branca de Neve e os Sete Anões (1937). Nesse sentido, o avô de Asha ser um idoso de 100 anos em busca de alcançar seu desejo de inspirar as pessoas é uma clara metáfora para a Disney em si, que chega ao seu aniversário de um século ainda tentando nos fazer acreditar nos sonhos e na magia.
Como algo que nos diz o tempo todo que foi feito para
celebrar o legado do seu estúdio, é relativamente decepcionante que ele
arrisque tão pouco e prefira que sua celebração consista meramente de repousar
sobre os próprios louros passados (nos lembrando de vários filmes melhores do
que esse que estamos assistindo) do que em nos mostrar que a Disney ainda é
capaz de inovar, de nos surpreender, de nos pegar desprevenidos e nos fazer nos
perguntar “como eles imaginaram isso?” como fizemos em seus filmes mais
memoráveis. Ao invés de nos mostrar como tem vigor para mais outros 100 anos de
encantamento Wish: O Poder dos Desejos
se acomoda em meramente nos fazer lembrar das glórias passadas. Claro, o filme
tem lá seus bons momentos e não tem nada de particularmente problemático, só
não está plenamente à altura de ser celebração que se propõe a ser.
Nota: 6/10
Trailer
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.
sexta-feira, 29 de dezembro de 2023
Drops – Trocados
A trama segue a família liderada por Jess (Jennifer Garner) e Bill (Ed Helms). Quando eles discutem com os filhos CC (Emma Myers, a Enid de Wandinha) e Wyatt (Brady Noon) durante um alinhamento planetário, eles acordam com os corpos trocados. Os filhos estão no corpo dos pais e até o bebê trocou de corpo com o cachorro.
É óbvio desde o início que a troca de corpos servirá para que cada membro da família entenda as dores e dificuldades do outro aprendendo grandes lições de vida no processo. Além de uma estrutura previsível, a trama é prejudicada por um roteiro que se apoia em recriar todas as situações que já vimos antes nesse tipo de produção. A filha no corpo da mãe precisa fazer a “grande apresentação” que ira render uma promoção no emprego, o pai no corpo do filho precisa fazer a entrevista para uma faculdade de prestigio que selará seu futuro.
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea, pesquisador da área de cinema, mas também adora games e quadrinhos.



















