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terça-feira, 3 de novembro de 2020

Jogamos a demo de Hyrule Warriors: Age of Calamity

Jogamos a demo de Hyrule Warriors: Age of Calamity

Não joguei o primeiro Hyrule Warriors quando ele saiu para WiiU, só me aproximando do jogo na Definitive Edition que foi lançada para Nintendo Switch e confesso que fiquei bastante surpreso. De todos os spin-offs da franquia Dynasty Warriors em outros universos (como Dragon Quest ou One Piece), Hyrule Warriors me pareceu o que melhor combinava os elementos das duas propriedades convergentes. Nunca imaginei que ver Link, Zelda e outros massacrando exércitos inteiros em ataques especiais que despachavam centenas de inimigos por vez pudesse ser tão divertido.

O anúncio de um novo jogo na forma deste Hyrule Warriors: Age of Calamity me deixou bastante empolgado não só pela possibilidade de refinar o primeiro jogo, mas também por contar uma história que serviria de prelúdio para Zelda: Breath of the Wild, mostrando como Calamity Ganon derrotou os guardiões e Link precisou ser colocado em hibernação por 100 anos.

O demo do jogo disponibilizado pela Nintendo dá acesso ao primeiro capítulo da campanha principal, algumas breves missões secundárias e três personagens jogáveis em Link, Zelda e Impa. Se o primeiro Hyrule Warriors misturava personagens de diferentes temporalidades ou universos da franquia Zelda (além de alguns originais), aqui todos (ao menos por enquanto) se baseiam nas versões de BoW.

A estrutura básica da jogabilidade é similar a de qualquer game em estilo Musou, com o jogador correndo por um grande campo de batalha cumprindo objetivos como capturar bases inimigas, derrotar líderes adversários ou escoltar algum aliado. Tudo serve como desculpa para massacrar centenas de inimigos por missão, deixando o jogador imerso na fantasia de poder de ser um guerreiro apelativamente habilidoso.

Cada personagem tem uma habilidade própria ligada ao botão ZR, com Link usando seu arco ou Impa colocando símbolos mágicos que atacam os inimigos e podem ser absorvidos por ela para deixá-la ainda mais poderosa. Além disso todos os personagens tem acesso ao uso de runas como bombas, magnesis ou stasis, mas o modo como cada um as usa é diferente. Ao usar bombas, Link arremessa uma série de explosivos nos inimigos, enquanto Zelda invoca uma espécie de Guardião (que pode ser controlado pelo jogador) que caminha pelo cenário disparando bombas. Isso ajuda a diferenciar ainda mais cada personagem, já que no primeiro Hyrule Warriors equipamentos como bombas, gancho ou arco eram iguais para todos os personagens.

O jogo ainda utiliza várias mecânicas presentes em Breath of Wild, ainda que aplicando-as ao seu modo. Cozinhar alimentos, por exemplo, é algo que pode ser feito no início de cada missão e cada prato oferece uma bonificação diferente. Vasculhar o mapa por sementes Korok também está presente, embora pelo demo ainda não seja possível dizer a função delas. Diferente de BoW, no entanto, aqui as receitas precisam primeiro ser aprendidas antes de serem utilizadas e isso pode ser feito completando algumas missões ou atendendo aos pedidos de recursos de NPCs.

Entre uma missão e outra o jogador tem uma visão do mapa de Hyrule, no qual pode visualizar as próximas missões além de entrepostos comerciais e NPCs pedindo recursos. Atender aos pedidos dos NPCs ajuda a desenvolver cada região de Hyrule, além de recompensar o jogador com receitas, equipamentos, golpes ou mesmo novos mercadores de onde comprar. O mapa tem o mesmo visual de Breath of the Wild ainda que as localidades estejam obviamente diferente já que tudo se passa 100 anos antes da destruição provocada por Ganon. Todo o jogo, na verdade, é visualmente bem fiel a BoW, reforçando a impressão de que é tudo no mesmo universo.

Com um combate ágil, personagens bacanas e uma narrativa com o potencial de ampliar nossa compreensão do universo de Breath of the Wild, a demo de Hyrule Warriors: Age of Calamity nos deixou muito empolgados pelo produto final, que será lançado para Switch em 20 de novembro.


Trailer

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Conheçam os vencedores do Emmy 2020

Vencedores do Emmy 2020


A entrega dos Emmy, premiação máxima da televisão dos Estados Unidos, aconteceu ontem, 20 de setembro. Por conta da pandemia do COVID-19 a cerimônia precisou se adequar a um formato virtual e contou com algumas séries dominando suas respectivas categorias. Entre as séries de comédia Schitt’s Creek levou todos os prêmios em que concorriam. Sucession ganhou a maioria dos prêmios na categoria de série de drama, mas a grande surpresa foi a vitória de Zendaya como melhor atriz por Euphoria. Na categoria de minisséries a grande vencedora foi Watchmen, recebendo inclusive o prêmio de melhor minissérie.

Confiram abaixo a lista completa de indicados com os vencedores de cada categoria destacados em negrito.

domingo, 16 de agosto de 2020

Jogamos o beta de Marvel’s Avengers

 

Impressões do beta de Avengers

Depois de anos em desenvolvimento, Marvel’s Avengers finalmente está próximo de chegar às prateleiras em 04 de setembro. Antes do lançamento, no entanto, a Crystal Dynamics e a Square Enix estão fazendo alguns finais de semana com uma versão beta do jogo disponível para que possamos testar e entender melhor como será a experiência. Nós passamos algumas horas com o beta e encontramos muitas razões pra ficar empolgados, mas também motivos para se preocupar.

O beta dá acesso à missão inicial na ponte Golden Gate em que é possível controlar cada um dos Vingadores principais, depois disso algumas missões da história envolvendo o Hulk e Kamala Khan até abrir a mesa de batalha para algumas missões multiplayer, permitindo que o jogador escolha entre Hulk, Kamala, Viúva Negra e Homem de Ferro.

Um dos grandes acertos é como cada personagem consegue oferecer uma experiência diferente de combate. Eu consigo sentir a força irrefreável que é o Hulk, as habilidades acrobáticas da Viúva Negra ou a estranheza dos membros elásticos de Kamala. As árvores de habilidades de cada um também são variadas (e olha que o beta nos dá acesso a apenas uma das três páginas do game completo) e oferecem múltiplos caminhos. A fantasia de poder de ser um desses heróis e soltar todas as habilidades deles em cima dos inimigos é realizada com competência pelo jogo, sendo difícil não se empolgar ao ver o Hulk destruindo tudo ao seu redor ou Kamala ficando gigante e chutando os inimigos longe como se fossem insetos. 

As missões da história, apesar de lineares, apresentam espaços amplos, com bastante verticalidade e espaço para explorar e encontrar baús com equipamentos e recursos. Também oferecem boas sequências de ação e batalhas contra chefes, como o combate entre Hulk e o Abominável. Essas missões também acertam no desenvolvimento dos personagens, sempre trazendo conversas significativas entre Kamala e Bruce, mostrando a empolgação de Kamala com seus novos poderes e oportunidade de estar ao lado daqueles heróis, bem como o arrependimento de Bruce Banner por tudo que deu errado no prólogo da história.

A Crystal Dynamics já tinha mostrado nos últimos Tomb Raider sua habilidade para construir jogos com histórias e personagens envolventes, retornando a demonstrar suas habilidades em conteúdo single player aqui. Já as missões multiplayer iniciadas a partir da mesa de guerra não trazem o mesmo peso ou empolgação que os momentos da história. Em parte porque os objetivos são quase sempre os mesmos (ao menos no beta), tipo proteger uma área enquanto Jarvis hackeia algum terminal, eliminar uma unidade de inimigos de elite ou destruir servidores. Não ajuda que as instalações da AIM atacadas sejam tão similares entre uma missão e outra, fazendo os espaços carecem da singularidade dos ambientes encontrados na campanha.

O multiplayer também é atrapalhado pela ausência de muitas mecânicas que se tornaram comuns em partidas multijogadores. Como essas zonas de guerra são espaços amplos e não há um mapa, apenas alguns ícones com pontos de interesse, é fácil o grupo se perder uns dos outros. A comunicação se dá exclusivamente via chat de voz, o que não é problema se você estiver jogando com amigos ou conhecidos, mas quando você entra em um grupo aleatório, o chat pode ser desagradável. Poderia haver aqui a função de criar pings e marcadores no mapa para avisar ao time para onde estamos indo ou o que atacar, sem precisar recorrer o tempo todo ao chat de voz.

Se não quiser fazer essas missões com outros jogadores, é possível colocar os outros Vingadores que você não está usando para serem controlados pela CPU, a questão é que eles precisam estar equipados para o nível de poder da missão ou você pode ter problemas. Ao fazer isso, o jogador também fica completamente à mercê da CPU, já que não há qualquer sistema para gerenciar o comportamento dela, dar ordens ou ter qualquer grau de controle sobre esses companheiros.

Assim, enquanto as missões da história conseguiam apresentar uma experiência bem singular tanto em termos de gameplay quanto de narrativa, os segmentos multiplayer  dão a sensação algo similar ao primeiro Destiny, no sentido de não oferecerem muito além de cenários de combate repetitivos em áreas abertas genéricas que não instigam muito a exploração.

Outro elemento de preocupação é toda mecânica de loot e equipamentos. Em Marvel’s Avengers é o loot e não o nível de personagem o principal medidor de progressão. Subir de nível dá pontos de habilidade, mas o poder é medido pelos equipamentos. O problema é que o loot é extremamente desinteressante. Por mais que vejamos os números de ataque ou defesa subirem a cada novo equipamento com nível de poder maior encontrado, esses incrementos são pouco sentidos em termos de gameplay e nunca temos a impressão de que esses equipamentos nos fazem realmente sentir mais poderosos ou resistentes, diferente do que acontece em Diablo ou Borderlands.

Aqui, os itens estão mais próximos do desastroso Anthem, no qual não conseguimos perceber muita diferença entre uma peça e outra de equipamento. Considerando que esse é um elemento central da experiência e certamente a versão final terá algum conteúdo pós-campanha para que os jogadores busquem equipamentos cada vez mais poderosos, é preciso que de fato esses equipamentos nos façam sentir mais poderosos, caso contrário toda busca por loot torna-se entediante.

O beta de Marvel’s Avengers nos deixa empolgados para controlar seus múltiplos heróis e pela história a ser contada, mas os segmentos multiplayer e as mecânicas de progressão não demonstram a mesma personalidade ou polimento.

terça-feira, 28 de julho de 2020

Conheçam os indicados ao Emmy 2020


Indicados ao Emmy 2020

Foram anunciados hoje, 28 de julho, os indicados à 72ª edição dos Emmy, premiação máxima da televisão dos Estados Unidos. Um dos grandes destaques foi a minissérie Watchmen, que recebeu 26 indicações. Além dela, The Marvelous Mrs. Maisel se destacou na categoria de comédia, com 30 indicações. Na categoria de série de drama houve um empate entre Succession e Ozark, ambas com 18 menções, enquanto que The Mandalorian, do streaming Disney+, levou 15 indicações.

A entrega dos prêmios deverá ser apresentada por Jimmy Kimmel e está marcada para 20 de setembro, mas por conta da pandemia do COVID-19 ainda não tem local nem formato definido, podendo inclusive acontecer de forma completamente virtual.

Confiram a lista completa de indicados abaixo:

terça-feira, 24 de março de 2020

Conheçam os vencedores do Framboesa de Ouro 2020



O Framboesa de Ouro, premiação que celebra os piores filmes do ano, tinha planejado fazer sua primeira cerimônia ao vivo em 2020, mas a pandemia do coronavírus levou ao cancelamento desses planos e os vencedores foram anunciados via internet. Como era de se imaginar, o musical Cats foi o grande vencedor levando seis Framboesas, incluindo o de pior filme e pior diretor, colocando Tom Hooper no seleto grupo de pessoas que ganharam um Oscar e um Framboesa, como Halle Berry e Sandra Bullock. Além de Cats, há de se destacar a vitória de John Travolta como pior ator e Eddie Murphy vencendo o prêmio de redenção por Meu Nome é Dolemite. Confiram abaixo a lista completa de indicados com os vencedores destacados em negrito.

terça-feira, 3 de março de 2020

Jogamos a demo de Final Fantasy VII Remake


Jogamos a demo de Final Fantasy VII Remake

Lançado em 1997 para o primeiro Playstation, Final Fantasy VII foi a razão que eu tive para trocar meu Nintendo 64 pelo console da Sony. É um dos meus jogos favoritos de todos os tempos e foi extremamente importante da formação da minha identidade gamer e para sedimentar minha preferência por RPGs. Então obviamente fiquei muito empolgado quando foi anunciado um remake do jogo para a atual geração de consoles, algo que não apenas melhoraria os gráficos, mas atualizasse a jogabilidade e outros elementos.

A notícia de que o jogo seria dividido em episódios me decepcionou um pouco pelo temor de que cada episódio fosse mais curto que um jogo “completo” ainda que vá custar o mesmo valor, embora entendo que a escala épica da narrativa seja grande demais para caber em um game só (o original vinha em três discos, afinal). Assim, parti para jogar o recente demo de Final Fantasy VII Remake esperando me encantar novamente por um jogo que foi extremamente importante para mim.

A demo se passa no primeiro capítulo do jogo, cobrindo o ataque ao reator Mako 1 e é bem fiel ao original em termos de trama e de fidelidade visual. Ver o reator, Cloud e os demais membros da Avalanche recriados com todo poderio dos consoles atuais é altamente prazeroso para qualquer fã do original e o mesmo pode ser dito sobre música, que usa versões plenamente orquestradas dos temas já conhecidos.

A jogabilidade é a principal diferença, sendo mais um RPG de ação do que por batalha por turnos. O jogador controla um personagem do grupo, mas é livre para trocar qual dos membros do grupo está em suas mãos durante os combates. Na verdade, em alguns combates alternar o personagem controlado é essencial para vencer rapidamente, explorando como as habilidades de cada um são mais específicas para cada tipo de inimigo. Barret, por exemplo, pode atacar à distância com a arma acoplada em seu braço, o que o torna essencial para destruir as torres de defesa que encontramos pelas paredes do reator.

O combate é veloz e grandiloquente, lembrando um pouco Kingdom Hearts ou Final Fantasy XV, mas oferece mecânicas que lhe dão personalidade própria. A principal é a barra de ação, que remete às barras de ação do jogo original, que precisávamos esperar encher antes que cada personagem pudesse agir. Aqui, com os combates sendo em tempo real, a barra de ação é preenchida com o tempo e conforme o jogador toma ou recebe dano. A barra serve para usar magias, golpes especiais ou itens, sendo necessário esperar a barra encher novamente depois da ação ser feita. Cada personagem também possui uma habilidade de combate única, com Cloud podendo alternar entre dois modos de combate (um mais tradicional e outro que o deixa mais lento, mais forte e com contra-ataques poderosos), enquanto que Barret pode fazer um disparo contínuo de sua arma para encher rapidamente sua barra de tempo.

Outra mecânica é a barra de atordoamento que acompanha cada inimigo e que vai sendo preenchida a medida que os adversários tomam dando ou são atingidos por suas vulnerabilidades. Quando a barra enche, o inimigo fica atordoado e recebe mais dano. Saber manejar todas essas mecânicas de combate é essencial para derrotar o chefe da demo, o Guard Scorpion. Se no jogo original ele era facilmente derrotado com meia dúzia de usos da magia Thunder, aqui ele é um oponente bem mais perigoso e que muda de padrões conforme a batalha se desenvolve. É realmente necessário transitar entre Cloud e Barret, saber quando atacar, quando esquivar ou quando defender, já que os ataques do chefe, mesmo os normais, podem causar muito dano e derrubar a vida dos personagens rapidamente.

Tudo que vi em termos de combate, fidelidade e apresentação audiovisual me deixaram bastante empolgado para o jogo completo, mas ainda assim alguns elementos me preocupam. O primeiro é ainda a falta de clareza quanto a natureza episódica do jogo. A Square-Enix deixou claro que cada episódio terá uma duração compatível com um jogo inteiro, no entanto também já avisou que esse primeiro episódio só irá até o fim do arco de Midgar (presumivelmente até o ataque à torre da Shinra), algo que compreende cerca de vinte por cento do jogo original. Assim, me pergunto como eles irão conseguir preencher trinta ou quarenta horas de conteúdo a partir de algo que originalmente tinha uma fração disso.

Sim, a desenvolvedora já falou que irá adicionar outras histórias e personagens, porém como não sabemos exatamente como tudo será organizado, temo por uma estrutura repetitiva, cheia de backtracking pelos mesmos espaços e mesmos objetivos, principalmente nas já anunciadas missões secundárias. Outro elemento que me preocupa são as intervenções na narrativa, já que a demo me deu motivos para ficar esperançoso e alguns para me preocupar.

Positivamente a narrativa da mais espaço para desenvolver as personalidades de Jesse, Biggs e Wedge, ajudando que nos conectemos com eles e, provavelmente dando mais impacto ao eventual destino do trio. Personagens do núcleo da Shinra como Heidegger e o presidente também tem um pouco mais de espaço e podemos ver o que eles estavam fazendo enquanto os protagonistas arquitetavam seus atentados.

Por outro lado, uma mudança em relação à destruição do primeiro reator me desagradou por tentar consertar algo que não era um problema. SPOILERS a seguir. No game original, Cloud e a Avalanche de fato conseguiam destruir o reator com a bomba que plantavam, mas aqui a bomba plantada por Barret não é suficiente para detonar o reator, que é destruído pela própria Shinra. Da maneira como é mostrada na demo, a ação não faz sentido. Se o presidente tinha dezenas de robôs e torretas dentro do núcleo do reator, porque não matar os membros da Avalanche de uma vez? Talvez quando jogar o game completo a decisão do presidente faça sentido, mas, apenas pelo contexto da demo, o jogo cria um furo de roteiro onde antes não havia nenhum.

Outro problema é que a escolha em fazer a destruição do reator não ser fruto das ações dos protagonistas tira um pouco da complexidade moral da situação. Se antes eles eram de fato eco-terroristas usando meio questionáveis em uma causa indubitavelmente justa do ponto de vista moral, com a mudança eles se tornam mais claramente bonzinhos e a Shinra mais claramente maligna. É uma saída fácil e relativamente covarde para reduzir tudo a um maniqueísmo raso ao invés de lidar com a complexidade das escolhas morais dos protagonistas. De novo, espero que essas mudanças sejam melhor justificadas e amarradas no contexto geral do produto final, mas aqui elas me deixam um pouco preocupado não só com alterações na história original ou em adições que sejam apenas filler sem muita repercussão.

Ainda assim, a demo me deu motivos suficientes para me deixar empolgado e ansioso para quando Final Fantasy VII Remake for lançado em abril e torço para que o produto final consiga mostrar que minhas preocupações estão equivocadas.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Parasita faz história no Oscar 2020

Vencedores do Oscar 2020


A cerimônia de entrega do Oscar, premiação máxima do cinema hollywoodiano, aconteceu ontem, 09 de fevereiro e foi uma noite histórica. O filme Parasita, do sul-coreano Bong Joon-Ho, foi o grande vencedor, levando quatro prêmios, incluindo a estatueta de melhor filme. Foi a primeira vez nos mais de 90 anos da premiação que um filme feito fora dos Estados Unidos levou o tão cobiçado prêmio de melhor filme. Em geral filmes de outros países ficam relegados à categoria de filme estrangeiro, raramente concorrendo em outras categorias e é ainda mais raro que ganhem, como aconteceu com Roberto Benigni ganhando melhor ator por A Vida é Bela. Parasita, portanto, fez história ao, de certa forma, quebrar a hegemonia hollywoodiana e mostrar que os outros países também podem ambicionar o reconhecimento internacional da premiação.

Outro destaque fica com 1917, que levou três prêmios e Coringa, que ganhou dois, incluindo melhor ator para Joaquin Phoenix. As categorias de atuação, por sinal, foram as que tiveram menos surpresas, vencendo exatamente aqueles que todos esperaram. O Brasil que concorria na categoria de documentário com Democracia em Vertigem, infelizmente não levou a sonhada estatueta, com o prêmio da categoria indo para American Factory Confiram abaixo a lista completa de indicados com os vencedores destacados em negrito.

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Conheçam os indicados ao Framboesa de Ouro 2020



O Framboesa de Ouro é uma premiação que “homenageia” os piores filmes do ano e hoje, 8 de fevereiro foram divulgados os indicados. Como era de se imaginar, o desastroso Cats liderou em indicações, levando nove menções. Atrás dele, empatados com oito, estão Funeral em Família e Rambo: Até o Fim. No prêmio redenção, troféu para celebrar quem se redimiu pelos filmes ruins que fizeram, estão nomes como Eddie Murphy, por Meu Nome é Dolemite, e Adam Sandler, pelo excelente Joias Brutas. Confiram abaixo a lista completa de indicados.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Conheçam os indicados ao Oscar 2020


Indicados ao Oscar 2020

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou hoje, 13 de janeiro, os indicados ao Oscar 2020. Coringa lidera em número de indicações, recebendo 11 menções, se tornando a adaptação de quadrinhos com mais indicações ao Oscar. Outros destaques ficam com O Irlandês, Era uma vez em Hollywood e 1917. O sul-coreano Parasita conseguiu e além da categoria de filme estrangeiro e foi indicado também a melhor filme e mais outras categorias. A atriz Scarlett Johansson recebeu duas indicações este ano, a melhor atriz por História de um Casamento e melhor atriz coadjuvante por Jojo Rabbit.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Vencedores do Globo de Ouro 2020



A 77ª Premiação do Globo de Ouro aconteceu ontem, 05 de janeiro, apresentada pelo comediante Ricky Gervais. Celebrando produções do cinema e da televisão a premiação trouxe algumas surpresas como as vitórias de Taron Egerton por Rocketman e de Awkwafina por The Farewell. No cinema, o maior vencedor foi Era Uma Vez em...Hollywood, de Quentin Tarantino, levando três prêmios enquanto que Coringa e 1917 ficaram empatados com dois Globos cada. Nas séries, Fleabag, Sucession e Chernobyl ficaram com dois prêmios cada um. Confiram abaixo a lista completa de indicados com os vencedores destacados em negrito.

MELHOR FILME DE DRAMA

1917 (Vencedor)


MELHOR FILME DE MUSICAL OU COMÉDIA

JoJo Rabbit


MELHOR ATRIZ EM FILME DE DRAMA

Cynthia Erivo - Harriet
Scarlett Johansson - História de um Casamento
Saoirse Ronan - Adoráveis Mulheres
Charlize Theron - O Escândalo
Renée Zellweger - Judy (Vencedor)


MELHOR ATOR EM FILME DE DRAMA

Christian Bale - Ford vs Ferrari
Antonio Banderas - Dor e Glória
Joaquin Phoenix - Coringa (Vencedor)
Jonathan Pryce - Dois Papas


MELHOR ATRIZ EM FILME MUSICAL OU COMÉDIA

Awkwafina - The Farewell (Vencedor)
Ana de Armas - Entre Facas e Segredos
Cate Blanchett - Cadê Você, Bernadette?
Beanie Feldstein - Fora de Série
Emma Thompson - Late Night


MELHOR ATOR EM FILME MUSICAL OU COMÉDIA

Daniel Craig - Entre Facas e Segredos
Roman Griffin Davis - Jojo Rabbit
Leonardo DiCaprio - Era Uma Vez em... Hollywood
Taron Egerton - Rocketman (Vencedor)
Eddie Murphy - Meu Nome é Dolemite


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Kathy Bates - Richard Jewell
Annette Bening - The Report
Laura Dern - História de um Casamento (Vencedor)
Jennifer Lopez - As Golpistas
Margot Robbie - O Escândalo


MELHOR ATOR COADJUVANTE

Tom Hanks - Um Lindo Dia na Vizinhança
Anthony Hopkins - Dois Papas
Al Pacino - O Irlandês
Joe Pesci - O Irlandês
Brad Pitt - Era Uma Vez em...Hollywood (Vencedor)


MELHOR DIREÇÃO

Bong Joon-ho - Parasita
Sam Mendes - 1917 (Vencedor)
Todd Phillips - Coringa
Martin Scorsese - O Irlandês
Quentin Tarantino - Era Uma Vez em... Hollywood


MELHOR ROTEIRO

Noah Baumbach - História de um Casamento
Bong Joon-ho e Han Jin-won - Parasita
Anthony McCarten - Dois Papas
Quentin Tarantino - Era uma Vez em... Hollywood (Vencedor)
Steven Zaillian - O Irlandês


MELHOR FILME ANIMADO

O Rei Leão
Link Perdido (Vencedor)
Toy Story 4


MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA

The Farewell
Os Miseráveis
Parasita (Vencedor)
Retrato de Uma Jovem em Chamas


MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

Adoráveis Mulheres
Coringa (Vencedor)
1917
Brooklyn - Sem Pai Nem Mãe


MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"Beautiful Ghosts" (Cats)
"I'm Gonna Love Me Again" (Rocketman(Vencedor)
"Into the Unknown" (Frozen 2)
"Spirit" (O Rei Leão)
"Stand Up" (Harriet)


MELHOR SÉRIE DE DRAMA

Big Little Lies - (HBO)
The Crown - (Netflix)
Killing Eve - (BBC America)
The Morning Show - (Apple TV Plus)
Succession - (HBO) (Vencedor)


MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL

Barry - (HBO)
Fleabag - (Prime Video) (Vencedor)
The Kominsky Method - (Netflix)
The Marvelous Mrs. Maisel - (Prime Video)
The Politician - (Netflix)


MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Catch 22
Chernobyl (Vencedor)
Fosse/Verdon
The Loudest Voice


MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Michelle Williams - Fosse/Verdon (Vencedor)
Helen Mirren - Catherine the Great
Merritt Wever - Inacreditável
Kaitlyn Dever - Inacreditável
Joey King - The Act


MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Christopher Abbott - Catch-22
Sacha Baron Cohen - The Spy
Russell Crowe - The Loudest Voice (Vencedor)
Jared Harris - Chernobyl
Sam Rockwell - Fosse/Verdon


MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA

Jennifer Aniston - The Morning Show
Olivia Colman - The Crown (Vencedor)
Jodie Comer - Killing Eve
Nicole Kidman - Big Little Lies
Reese Witherspoon - The Morning Show


MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA

Brian Cox - Succession (Vencedor)
Kit Harington - Game of Thrones
Rami Malek - Mr. Robot
Tobias Menzies - The Crown
Billy Porter - Pose


MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL

Christina Applegate - Dead to Me
Rachel Brosnahan - The Marvelous Mrs. Maisel
Kirsten Dunst - On Becoming a God in Central Florida
Natasha Lyonne - Russian Doll
Phoebe Waller-Bridge - Fleabag (Vencedor)


MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL

Michael Douglas - The Kominsky Method
Bill Hader - Barry
Ben Platt - The Politician
Paul Rudd - Living with Yourself
Ramy Youssef - Ramy (Vencedor)


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Patricia Arquette - The Act (Vencedor)
Helena Bonham Carter - The Crown
Toni Collette - Inacreditável
Meryl Streep - Big Little Lies
Emily Watson - Chernobyl


MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Alan Arkin - O Método Kominsky
Kieran Culkin - Succession
Andrew Scott - Fleabag
Stellan Skarsgård - Chernobyl (Vencedor)
Henry Winkler - Barry

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Conheçam os indicados ao Globo de Ouro 2020




Foram anunciados hoje, 09 de dezembro, os indicados para a 77ª premiação do Globo de Ouro. A cerimônia acontecerá no dia 05 de janeiro de 2020 e será apresentada pelo comediante Ricky Gervais. Entre os indicados é possível destacar História de um Casamento, que levou seis indicações, além de Coringa e O Irlandês, ambos com quatro menções. Entre os esnobados, que não levaram nenhuma menção, está a minissérie Olhos que Condenam, que venceu vários prêmios Emmy.

Confiram abaixo a lista completa de indicados:


MELHOR FILME DE DRAMA

História de um Casamento
1917
Dois Papas


MELHOR FILME DE MUSICAL OU COMÉDIA

Entre Facas e Segredos
JoJo Rabbit


MELHOR ATRIZ EM FILME DE DRAMA

Cynthia Erivo - Harriet
Scarlett Johansson - História de um Casamento
Saoirse Ronan - Adoráveis Mulheres
Charlize Theron - O Escândalo
Renée Zellweger - Judy


MELHOR ATOR EM FILME DE DRAMA

Christian Bale - Ford vs Ferrari
Antonio Banderas - Dor e Glória
Adam Driver - História de um Casamento
Joaquin Phoenix - Coringa
Jonathan Pryce - Dois Papas


MELHOR ATRIZ EM FILME MUSICAL OU COMÉDIA

Awkwafina - The Farewell
Ana de Armas - Entre Facas e Segredos
Cate Blanchett - Cadê Você, Bernadette?
Beanie Feldstein - Fora de Série
Emma Thompson - Late Night


MELHOR ATOR EM FILME MUSICAL OU COMÉDIA

Daniel Craig - Entre Facas e Segredos
Roman Griffin Davis - Jojo Rabbit
Leonardo DiCaprio - Era Uma Vez em... Hollywood
Taron Egerton - Rocketman
Eddie Murphy - Meu Nome é Dolemite


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Kathy Bates - Richard Jewell
Annette Bening - The Report
Laura Dern - História de um Casamento
Jennifer Lopez - As Golpistas
Margot Robbie - O Escândalo


MELHOR ATOR COADJUVANTE

Tom Hanks - Um Lindo Dia na Vizinhança
Anthony Hopkins - Dois Papas
Al Pacino - O Irlandês
Joe Pesci - O Irlandês


MELHOR DIREÇÃO

Bong Joon-ho - Parasita
Sam Mendes - 1917
Todd Phillips - Coringa
Martin Scorsese - O Irlandês
Quentin Tarantino - Era Uma Vez em... Hollywood


MELHOR ROTEIRO

Noah Baumbach - História de um Casamento
Bong Joon-ho e Han Jin-won - Parasita
Anthony McCarten - Dois Papas
Quentin Tarantino - Era uma Vez em... Hollywood
Steven Zaillian - O Irlandês


MELHOR FILME ANIMADO

O Rei Leão
Toy Story 4


MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA

The Farewell
Os Miseráveis
Retrato de Uma Jovem em Chamas


MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

Adoráveis Mulheres
História de um Casamento 
1917
Brooklyn - Sem Pai Nem Mãe


MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"Beautiful Ghosts" (Cats)
"I'm Gonna Love Me Again" (Rocketman)
"Into the Unknown" (Frozen 2)
"Spirit" (O Rei Leão)
"Stand Up" (Harriet)


MELHOR SÉRIE DE DRAMA

Big Little Lies - (HBO)
The Crown - (Netflix)
Killing Eve - (BBC America)
The Morning Show - (Apple TV Plus)
Succession - (HBO)


MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL

Barry - (HBO)
Fleabag - (Prime Video)
The Kominsky Method - (Netflix)
The Marvelous Mrs. Maisel - (Prime Video)
The Politician - (Netflix)


MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Catch 22
Fosse/Verdon
The Loudest Voice


MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Michelle Williams - Fosse/Verdon
Helen Mirren - Catherine the Great
Merritt Wever - Inacreditável
Kaitlyn Dever - Inacreditável
Joey King - The Act


MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Christopher Abbott - Catch-22
Sacha Baron Cohen - The Spy
Russell Crowe - The Loudest Voice
Jared Harris - Chernobyl
Sam Rockwell - Fosse/Verdon


MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA

Jennifer Aniston - The Morning Show
Olivia Colman - The Crown
Jodie Comer - Killing Eve
Nicole Kidman - Big Little Lies
Reese Witherspoon - The Morning Show


MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA

Brian Cox - Succession
Kit Harington - Game of Thrones
Rami Malek - Mr. Robot
Tobias Menzies - The Crown
Billy Porter - Pose


MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL

Christina Applegate - Dead to Me
Rachel Brosnahan - The Marvelous Mrs. Maisel
Kirsten Dunst - On Becoming a God in Central Florida
Natasha Lyonne - Russian Doll
Phoebe Waller-Bridge - Fleabag


MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL

Michael Douglas - The Kominsky Method
Bill Hader - Barry
Ben Platt - The Politician
Paul Rudd - Living with Yourself
Ramy Youssef - Ramy


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Patricia Arquette - The Act
Helena Bonham Carter - The Crown
Toni Collette - Inacreditável
Meryl Streep - Big Little Lies
Emily Watson - Chernobyl


MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Alan Arkin - O Método Kominsky
Kieran Culkin - Succession
Andrew Scott - Fleabag
Stellan Skarsgård - Chernobyl
Henry Winkler - Barry